27/08/2021
Em tempos de pandemia, celebrar o Dia do Bancário é exaltar o trabalho essencial da categoria

Há quase dois anos, o mundo convive com um inimigo implacável: O Covid-19, uma doença que já matou mais de meio milhão de pessoas apenas no Brasil, segundo levantamento do consórcio de veículos de comunicação.
Em meio a tudo isso, na linha de frente de combate ao vírus, estão profissionais dos chamados serviços essenciais. É o caso de médicos, enfermeiros, bombeiros, policiais. É o caso também dos bancários e bancárias, que tiveram de assumir a responsabilidade de manter agências abertas em pleno colapso sanitário e econômico.
Com o pagamento do auxílio emergencial e demais benefícios sociais, a situação se agravou para os empregados de bancos públicos, que tiveram de enfrentar filas extensas e aglomerações. Nos bancos privados, a situação também não foi fácil. Informações desencontradas, falta de direcionamento, gestores interpretando protocolos à própria maneira. Muitos bancários e bancárias acabaram se infectando e levando o vírus para seus familiares. Alguns viraram vítimas fatais da doença. Tudo isso somado à negligência do governo no combate à pandemia e a inclusão tardia da categoria no Plano Nacional de Imunização (PNI).
Desde o início, o Sindicato travou uma árdua luta buscando garantias à saúde e vida dos trabalhadores, como o home office aos grupos de risco, equipamentos de proteção (EPIs), contingenciamento para evitar aglomerações, vacinação... Mais de um ano depois, o movimento sindical segue em negociação permanente, sobretudo neste momento em que, na contramão dos dados, os bancos buscam flexibilizar protocolos e o governo ataca novamente os trabalhadores com medidas como as MPs 1045 e 1043, que ameaçam a jornada de trabalho e reduzem o pagamento de horas extras da categoria.
“Neste aspecto, nossa luta atual em defesa incondicional da vida, dos direitos, contrapondo e denunciando a tentativa dos bancos de impor o lucro acima de tudo e da defesa dos serviços e empresas públicas, atesta a capacidade histórica que a categoria tem de alinhar seus interesses legítimos com a pauta da sociedade em geral. O trabalhador bancário tem de ser valorizado todo dia! No caixa, no departamento, ralando para atender cliente e bater a meta, correndo do trabalho para a faculdade ou na dupla jornada depois de um dia exaustivo. Neste 28 de agosto, o Sindicato parabeniza a categoria por sua dedicação e essencialidade, e reforça seu compromisso de luta por condições dignas de trabalho e respeito aos bancários e bancárias de todo o país!”, ressalta o presidente do Sindicato, Roberto Vicentim.
28 de agosto: momento de relembrar a história marcada por grandes batalhas e importantes vitórias, renovar o orgulho e a resistência da categoria
Uma greve histórica que durou 69 dias. O ano, 1951. Mesmo reprimidos pela polícia e boicotados pela mídia, os bancários resistiam na luta por reajuste de 40%. Por fim, a decisão final coube à Justiça, que concedeu 31% de aumento após rever os cálculos da inflação.
A grande mobilização de 1951 se tornou um marco na história da categoria bancária e resultou na criação de vários sindicatos pelo Brasil. Desde então, comemora-se o Dia do Bancário em 28 de agosto.
Anos depois, bancários e bancárias permanecem unidos e mobilizados nacionalmente pela manutenção dos direitos, por condições dignas de trabalho e remuneração decente e compatível com os lucros bilionários dos banqueiros. Uma das poucas com Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) nacional, a categoria se mostra cada vez mais engajada na luta em defesa dos direitos e do patrimônio do povo brasileiro, dialogando com o legislativo e com a sociedade civil contra a sanha entreguista do governo.
A distância não nos limita
Anualmente, o Sindicato promove a tradicional Festa dos Bancários para festejar a data dedicada à categoria. Este ano, assim como em 2020, em função da pandemia a festa foi adiada, respeitando as orientações das organizações de saúde e vigilância sanitária. Entretanto, a data não passará em branco para os bancários.
“A distância não nos limitará e celebraremos sim o Dia do Bancário. Estamos preparando uma surpresa virtual para os trabalhadores que, em breve, receberão mais informações sobre essa comemoração especial e tão merecida. A luta continua sendo o melhor instrumento de valorização da nossa categoria”, conclui Vicentim.
Em meio a tudo isso, na linha de frente de combate ao vírus, estão profissionais dos chamados serviços essenciais. É o caso de médicos, enfermeiros, bombeiros, policiais. É o caso também dos bancários e bancárias, que tiveram de assumir a responsabilidade de manter agências abertas em pleno colapso sanitário e econômico.
Com o pagamento do auxílio emergencial e demais benefícios sociais, a situação se agravou para os empregados de bancos públicos, que tiveram de enfrentar filas extensas e aglomerações. Nos bancos privados, a situação também não foi fácil. Informações desencontradas, falta de direcionamento, gestores interpretando protocolos à própria maneira. Muitos bancários e bancárias acabaram se infectando e levando o vírus para seus familiares. Alguns viraram vítimas fatais da doença. Tudo isso somado à negligência do governo no combate à pandemia e a inclusão tardia da categoria no Plano Nacional de Imunização (PNI).
Desde o início, o Sindicato travou uma árdua luta buscando garantias à saúde e vida dos trabalhadores, como o home office aos grupos de risco, equipamentos de proteção (EPIs), contingenciamento para evitar aglomerações, vacinação... Mais de um ano depois, o movimento sindical segue em negociação permanente, sobretudo neste momento em que, na contramão dos dados, os bancos buscam flexibilizar protocolos e o governo ataca novamente os trabalhadores com medidas como as MPs 1045 e 1043, que ameaçam a jornada de trabalho e reduzem o pagamento de horas extras da categoria.
“Neste aspecto, nossa luta atual em defesa incondicional da vida, dos direitos, contrapondo e denunciando a tentativa dos bancos de impor o lucro acima de tudo e da defesa dos serviços e empresas públicas, atesta a capacidade histórica que a categoria tem de alinhar seus interesses legítimos com a pauta da sociedade em geral. O trabalhador bancário tem de ser valorizado todo dia! No caixa, no departamento, ralando para atender cliente e bater a meta, correndo do trabalho para a faculdade ou na dupla jornada depois de um dia exaustivo. Neste 28 de agosto, o Sindicato parabeniza a categoria por sua dedicação e essencialidade, e reforça seu compromisso de luta por condições dignas de trabalho e respeito aos bancários e bancárias de todo o país!”, ressalta o presidente do Sindicato, Roberto Vicentim.
28 de agosto: momento de relembrar a história marcada por grandes batalhas e importantes vitórias, renovar o orgulho e a resistência da categoria
Uma greve histórica que durou 69 dias. O ano, 1951. Mesmo reprimidos pela polícia e boicotados pela mídia, os bancários resistiam na luta por reajuste de 40%. Por fim, a decisão final coube à Justiça, que concedeu 31% de aumento após rever os cálculos da inflação.
A grande mobilização de 1951 se tornou um marco na história da categoria bancária e resultou na criação de vários sindicatos pelo Brasil. Desde então, comemora-se o Dia do Bancário em 28 de agosto.
Anos depois, bancários e bancárias permanecem unidos e mobilizados nacionalmente pela manutenção dos direitos, por condições dignas de trabalho e remuneração decente e compatível com os lucros bilionários dos banqueiros. Uma das poucas com Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) nacional, a categoria se mostra cada vez mais engajada na luta em defesa dos direitos e do patrimônio do povo brasileiro, dialogando com o legislativo e com a sociedade civil contra a sanha entreguista do governo.
A distância não nos limita
Anualmente, o Sindicato promove a tradicional Festa dos Bancários para festejar a data dedicada à categoria. Este ano, assim como em 2020, em função da pandemia a festa foi adiada, respeitando as orientações das organizações de saúde e vigilância sanitária. Entretanto, a data não passará em branco para os bancários.
“A distância não nos limitará e celebraremos sim o Dia do Bancário. Estamos preparando uma surpresa virtual para os trabalhadores que, em breve, receberão mais informações sobre essa comemoração especial e tão merecida. A luta continua sendo o melhor instrumento de valorização da nossa categoria”, conclui Vicentim.
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