05/03/2021
Movimento sindical cobra retorno do home office e aumento do rodízio nas agências
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O Brasil registrou 1.910 novas mortes em decorrência da Covid-19 na quarta-feira (3). O montante representa novo recorde de óbitos em um único dia. Com isto, o país atingiu um total de 259.271 vítimas fatais da doença, informou o Ministério da Saúde.
Diante dos números alarmantes que representam uma óbvia escalada das contaminações e mortes em decorrência do covid-19, entidades de representação dos funcionários cobram do Santander o retorno do regime de home office para os seus trabalhadores, bem como o aumento do esquema de rodízio de trabalho presencial nas agências.
O Santander é o único banco que mantém 80% do seu quadro de empregados no regime de trabalho presencial, neste momento em que o país vive uma escalada dramática dos números de contaminações e mortes em decorrência da covid-19.
Movimento sindical cobra há meses o retorno do home office
A segunda onda de contaminações já é uma realidade há semanas, e especialistas afirmam que é muito mais grave do que a primeira, em decorrência da circulação de cepas ainda mais contagiosas no Brasil.
Os números pioraram e o comitê de crise do Santander não revê o planejamento e muito menos os procedimentos, preferindo protelar decisões do que salvar vidas. O banco está esperando o caos para agir. E aí, Santander, vai assumir o risco de um eventual surto nos seus prédios e agências?
Orientação da Febraban
A Febraban divulgou nota indicando os procedimentos que os bancos devem seguir na fase vermelha. No documento, a federação dos bancos informa que vai suspender todas as reuniões presenciais com clientes, agendamentos de visitas externas ou quaisquer contatos fora das agências.
O banco recomenda a suspensão, mas não proíbe as atividades, e diversos gestores continuam convocando para visitas.
"Santander adota a contramão da racionalidade e do respeito com seus funcionários brasileiros, além de insistir com práticas antisindicais ao se negar a negociar com as entidades de representação medidas que afetam os bancários e bancárias. No Brasil, o banco espanhol está justamente praticando o oposto do que está sendo recomendado pela Organização Mundial da Saúde e da maior parte dos países, promovendo uma flexibilização nos procedimentos dos casos confirmados de covid-19, e ainda está incentivando os trabalhadores a retornarem ao trabalho presencial, como se estivéssemos em uma normalidade que, na verdade, não existe. Um verdadeiro atentado contra a saúde pública. O Santander vai seguir a determinação da Febraban ou vai ignorar também? ", questiona o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Luiz Eduardo Campolungo.
Procure o Sindicato
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> Você pode entrar em contato diretamente com um de nossos diretores através de seus contatos pessoais. Confira: Roberto Vicentim - (17) 99135-3215, Júlio Trigo - (17) 99191-6750, Antônio Júlio Gonçalves Neto (Tony) - (17) 99141-0844, Sérgio L. De Castro Ribeiro (Chimbica) - (17) 99707-1017, Luiz Eduardo Campolungo - (17) 99136-7822 e Luiz César de Freitas (Alemão) - (11) 99145-5186
> Redes Sociais: nossos canais no Facebook e Instagram estão abertos, compartilhando informações do Sindicato e de interesse da sociedade sobre a pandemia.
> Quer receber notícias sobre o seu banco? Cadastre-se em nossa linha de transmissão no WhatsApp. Adicione o número (17) 99259-1987 nos seus contatos e envia uma mensagem informando seu nome, banco e cidade em que trabalha.
Diante dos números alarmantes que representam uma óbvia escalada das contaminações e mortes em decorrência do covid-19, entidades de representação dos funcionários cobram do Santander o retorno do regime de home office para os seus trabalhadores, bem como o aumento do esquema de rodízio de trabalho presencial nas agências.
O Santander é o único banco que mantém 80% do seu quadro de empregados no regime de trabalho presencial, neste momento em que o país vive uma escalada dramática dos números de contaminações e mortes em decorrência da covid-19.
Movimento sindical cobra há meses o retorno do home office
A segunda onda de contaminações já é uma realidade há semanas, e especialistas afirmam que é muito mais grave do que a primeira, em decorrência da circulação de cepas ainda mais contagiosas no Brasil.
Os números pioraram e o comitê de crise do Santander não revê o planejamento e muito menos os procedimentos, preferindo protelar decisões do que salvar vidas. O banco está esperando o caos para agir. E aí, Santander, vai assumir o risco de um eventual surto nos seus prédios e agências?
Orientação da Febraban
A Febraban divulgou nota indicando os procedimentos que os bancos devem seguir na fase vermelha. No documento, a federação dos bancos informa que vai suspender todas as reuniões presenciais com clientes, agendamentos de visitas externas ou quaisquer contatos fora das agências.
O banco recomenda a suspensão, mas não proíbe as atividades, e diversos gestores continuam convocando para visitas.
"Santander adota a contramão da racionalidade e do respeito com seus funcionários brasileiros, além de insistir com práticas antisindicais ao se negar a negociar com as entidades de representação medidas que afetam os bancários e bancárias. No Brasil, o banco espanhol está justamente praticando o oposto do que está sendo recomendado pela Organização Mundial da Saúde e da maior parte dos países, promovendo uma flexibilização nos procedimentos dos casos confirmados de covid-19, e ainda está incentivando os trabalhadores a retornarem ao trabalho presencial, como se estivéssemos em uma normalidade que, na verdade, não existe. Um verdadeiro atentado contra a saúde pública. O Santander vai seguir a determinação da Febraban ou vai ignorar também? ", questiona o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Luiz Eduardo Campolungo.
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