18/11/2020
Com avanço da Covid, Sindicato cobra manutenção do teletrabalho em mesa nesta sexta-feira (20)

(Foto: Geralt/Pixabay)
Diante do recente avanço das contaminações, internações e mortes por Covid-19 no Brasil, o movimento sindical bancário cobrou a realização de mesa de negociação com a Fenaban (federação dos bancos) sobre o tema. A negociação foi confirmada para esta esta sexta-feira (20), às 15h, quando os representantes dos trabalhadores cobrarão dos bancos a manutenção e reforço do teletrabalho no setor.
Covid-19 avança
Enquanto a Europa é devastada por uma segunda onda de coronavírus, os números de contaminações e internações no Brasil, que nem mesmo saiu da primeira onda, voltaram a apresentar uma preocupante tendência de alta. O estado de São Paulo registrou média móvel de mais de mil internações decorrentes da Covid-19 no domingo 15. Na última quarta-feira (11), foram 1.145, o maior registro desde 10 de outubro. De 17 regiões do estado, 13 registraram aumento nas internações.
Dados da Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo mostram que o número de pessoas internadas com a doença na capital paulista cresceu 11,8% nas últimas quatro semanas – até a última sexta-feira (13). Além disso, o número de pessoas em UTIs subiu 71,5%.
Litoral e interior do estado também já registraram alta nas internações e casos de Covid-19.
Teletrabalho
O Sindicato avalia que o momento é de manter e reforçar medidas de isolamento social. Principalmente, o teletrabalho.
A atuação do movimento sindical bancário junto aos bancos, logo no início da pandemia, garantiu que grande parte da categoria fosse encaminhada para o teletrabalho. A cobrança, neste momento, em que os números de contaminações e internações voltam a crescer, será no memo sentido: manter e reforçar o teletrabalho na categoria durante a pandemia, principalmente no que diz respeito aos trabalhadores do grupo de risco.
"Há indicativos das autoridades sanitárias de que as curvas de contaminação e de óbitos estão se elevando novamente, a chamada segunda onda, e indicam fortemente a necessidade de manutenção da proteção à categoria. O confinamento de pessoas em ambientes fechados, sem restrições de barreira entre as estações de trabalho, bem como uso coletivo de elevadores e outros ambientes, ampliam consideravelmente o risco de contaminação. O retorno nesse momento seria um desrespeito e vai na contramão dos principais protocolos de proteção à saúde e defesa da vida dos trabalhadores e da população que utiliza os serviços bancários", ressalta o presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Roberto Carlos Vicentim.
O movimento sindical avalia também que os bancos, na atual fase, já passaram por toda uma fase de adaptação de seus processos para o teletrabalho. Portanto, com os casos novamente em alta no Brasil, com o exemplo da Europa, não faria sentido desmontar todo um sistema de teletrabalho para possivelmente ter de voltar atrás, deslocando novamente os trabalhadores, no caso de uma segunda onda.
"A manutenção do teletrabalho é uma medida que tem demonstrado grande eficácia na proteção das vidas, não só dos trabalhadores da empresa, mas também de seus familiares. Devemos, sempre, priorizar a vida”, conclui Vicentim.
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> Redes Sociais: nossos canais no Facebook e Instagram estão abertos, compartilhando informações do Sindicato e de interesse da sociedade sobre a pandemia.
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Covid-19 avança
Enquanto a Europa é devastada por uma segunda onda de coronavírus, os números de contaminações e internações no Brasil, que nem mesmo saiu da primeira onda, voltaram a apresentar uma preocupante tendência de alta. O estado de São Paulo registrou média móvel de mais de mil internações decorrentes da Covid-19 no domingo 15. Na última quarta-feira (11), foram 1.145, o maior registro desde 10 de outubro. De 17 regiões do estado, 13 registraram aumento nas internações.
Dados da Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo mostram que o número de pessoas internadas com a doença na capital paulista cresceu 11,8% nas últimas quatro semanas – até a última sexta-feira (13). Além disso, o número de pessoas em UTIs subiu 71,5%.
Litoral e interior do estado também já registraram alta nas internações e casos de Covid-19.
Teletrabalho
O Sindicato avalia que o momento é de manter e reforçar medidas de isolamento social. Principalmente, o teletrabalho.
A atuação do movimento sindical bancário junto aos bancos, logo no início da pandemia, garantiu que grande parte da categoria fosse encaminhada para o teletrabalho. A cobrança, neste momento, em que os números de contaminações e internações voltam a crescer, será no memo sentido: manter e reforçar o teletrabalho na categoria durante a pandemia, principalmente no que diz respeito aos trabalhadores do grupo de risco.
"Há indicativos das autoridades sanitárias de que as curvas de contaminação e de óbitos estão se elevando novamente, a chamada segunda onda, e indicam fortemente a necessidade de manutenção da proteção à categoria. O confinamento de pessoas em ambientes fechados, sem restrições de barreira entre as estações de trabalho, bem como uso coletivo de elevadores e outros ambientes, ampliam consideravelmente o risco de contaminação. O retorno nesse momento seria um desrespeito e vai na contramão dos principais protocolos de proteção à saúde e defesa da vida dos trabalhadores e da população que utiliza os serviços bancários", ressalta o presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Roberto Carlos Vicentim.
O movimento sindical avalia também que os bancos, na atual fase, já passaram por toda uma fase de adaptação de seus processos para o teletrabalho. Portanto, com os casos novamente em alta no Brasil, com o exemplo da Europa, não faria sentido desmontar todo um sistema de teletrabalho para possivelmente ter de voltar atrás, deslocando novamente os trabalhadores, no caso de uma segunda onda.
"A manutenção do teletrabalho é uma medida que tem demonstrado grande eficácia na proteção das vidas, não só dos trabalhadores da empresa, mas também de seus familiares. Devemos, sempre, priorizar a vida”, conclui Vicentim.
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