06/03/2018
Mulheres na luta por respeito e igualdade
O Dia Internacional da Mulher é um marco nas reivindicações e lutas por igualdade de gênero.
A data, 8 de março, foi criada pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 1975, relacionada a uma proposta feita, em 1910, pela líder feminista alemã Clara Zetkin, durante o 2º Congresso Internacional de Mulheres Socialistas para lembrar operárias mortas durante um incêndio que ocorreu em uma fábrica em Nova York, em 1857. Desde então, tornou-se um símbolo de reflexão e reconhecimento da força feminista.
As últimas décadas conferiram às mulheres um novo papel e foram marcadas por profundas transformações. Há 82 anos registrou-se a conquista do direito do voto feminino. A revolução sexual, a partir dos anos 60, permitiu a elas uma progressiva e forte inserção no mercado de trabalho. A criação de delegacias da mulher e as leis Maria da Penha e do Feminicídio ampliaram a proteção e a visibilidade à batalha contra a violência doméstica. Contudo, faltam motivos para comemorar.
Nos dois últimos anos, as mulheres voltaram a enfrentar uma revoltante desigualdade de gênero que apresenta facetas perversas como a desvalorização profissional, a falta de representatividade política e o aumento da violência física, psicológica e sexual.
Além dos diversos avanços conquistados pela classe trabalhadora, o atual governo promoveu também a destruição dos direitos das mulheres com a aprovação de políticas de retrocesso, como é o caso da PEC 181, matéria que foi apelidada de “Cavalo de Tróia” por colocar em risco a saúde e até mesmo a vida das mulheres, pois proíbe o aborto em casos de risco da saúde da mãe, de fetos anencéfalos e para gravidez resultado de estupro, o que é previsto na legislação atual.
A mulher simboliza a luta da humanidade. Ela batalhou por muito tempo, mesmo de forma silenciosa, para ser independente, dona de si e de seu destino. Por isso, há que se manter forte a representatividade feminista por mudanças estruturais em nossa sociedade.
E o Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região mais uma vez se une a elas para que sejam respeitadas e valorizadas, sobretudo em seu ambiente de trabalho, onde ainda imperam o assédio moral e a opressão.
Lutar pelos direitos e conquistas das mulheres é a melhor forma de homenageá-las.
A data, 8 de março, foi criada pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 1975, relacionada a uma proposta feita, em 1910, pela líder feminista alemã Clara Zetkin, durante o 2º Congresso Internacional de Mulheres Socialistas para lembrar operárias mortas durante um incêndio que ocorreu em uma fábrica em Nova York, em 1857. Desde então, tornou-se um símbolo de reflexão e reconhecimento da força feminista.
As últimas décadas conferiram às mulheres um novo papel e foram marcadas por profundas transformações. Há 82 anos registrou-se a conquista do direito do voto feminino. A revolução sexual, a partir dos anos 60, permitiu a elas uma progressiva e forte inserção no mercado de trabalho. A criação de delegacias da mulher e as leis Maria da Penha e do Feminicídio ampliaram a proteção e a visibilidade à batalha contra a violência doméstica. Contudo, faltam motivos para comemorar.
Nos dois últimos anos, as mulheres voltaram a enfrentar uma revoltante desigualdade de gênero que apresenta facetas perversas como a desvalorização profissional, a falta de representatividade política e o aumento da violência física, psicológica e sexual.
Além dos diversos avanços conquistados pela classe trabalhadora, o atual governo promoveu também a destruição dos direitos das mulheres com a aprovação de políticas de retrocesso, como é o caso da PEC 181, matéria que foi apelidada de “Cavalo de Tróia” por colocar em risco a saúde e até mesmo a vida das mulheres, pois proíbe o aborto em casos de risco da saúde da mãe, de fetos anencéfalos e para gravidez resultado de estupro, o que é previsto na legislação atual.
A mulher simboliza a luta da humanidade. Ela batalhou por muito tempo, mesmo de forma silenciosa, para ser independente, dona de si e de seu destino. Por isso, há que se manter forte a representatividade feminista por mudanças estruturais em nossa sociedade.
E o Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região mais uma vez se une a elas para que sejam respeitadas e valorizadas, sobretudo em seu ambiente de trabalho, onde ainda imperam o assédio moral e a opressão.
Lutar pelos direitos e conquistas das mulheres é a melhor forma de homenageá-las.
Feliz Dia da Mulher!

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