19/02/2018
Dia de Luta: Bancários de Catanduva protestam contra a Reforma da Previdência

Diretores do Sindicato protestam contra a Reforma da Previdência e convocam trabalhadores para a luta em defesa da aposentadoria
Bancários de Catanduva se uniram aos trabalhadores de todo o país, nesta segunda-feira (19), em luta contra a Reforma da Previdência e a retirada de direitos.
Diretores sindicais percorreram as agências bancárias do município com faixas e material informativo, convocando bancários e a população em geral a protestar contra as mudanças do governo no sistema de aposentadoria pública. O ato faz parte do Dia Nacional de Luta em Defesa da Previdência Social.
O objetivo da atividade é conscientizar a sociedade sobre os riscos do desmonte pretendido pelo governo Temer. Dentre outros prejuízos, a reforma aumenta a idade mínima para aposentadoria das mulheres, o tempo mínimo de contribuição, rebaixa valor de benefícios, e estabelece o inalcançável limite mínimo de 40 anos de contribuição para a aposentadoria integral.
“É hora de nos levantarmos e mostrarmos nossa resistência contra toda e qualquer retirada de direitos. Nossa mobilização será fundamental para barrar esse ataque e garantir uma aposentadoria digna a todos os trabalhadores”, conclama Roberto Carlos Vicentim, presidente do Sindicato.
De acordo com Vicentim, a reforma proposta promove, na verdade, o desmonte da Seguridade Social, especialmente dos regimes de Previdências Públicas, que passarão a não garantir condições de aposentadoria para a maioria da classe trabalhadora.
Se implantadas, as novas regras previdenciárias obrigarão grande parte dos trabalhadores a buscar alternativas na iniciativa privada, reforçando a ideia de um Estado Mínimo e privilegiando o poder do capital.
Esse é o grande objetivo da proposta em curso, pois, com o congelamento dos investimentos sociais por 20 anos e a diminuição da conta da previdência, o governo ilegítimo garante o superávit necessário para remunerar o rentismo financeiro do capital especulativo, aumentando a concentração de renda e privilegiando o capital que fomentou o golpe político no Brasil.
Não bastasse beneficiar banqueiros com o aumento da venda dos planos de Previdência Privada, os bancos também foram grandes favorecidos por Temer em 2017 com o perdão de dívidas bilionárias. Em abril, o Itaú teve perdoada uma dívida de R$ 25 bilhões em Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). Em julho, o Santander se livrou de pagar R$ 388 milhões também em imposto de renda e CSLL.
A operação para perdoar a dívida do Bradesco foi ainda mais escusa. O governo, por meio da Ativos, empresa controlada pelo Banco do Brasil, usou uma instituição pública, para comprar a dívida de R$ 4 bilhões em carteiras de crédito vencidas do banco privado.
Além disso, a dívida ativa previdenciária totaliza R$ 426 bilhões. Dentre os devedores estão as maiores empresas privadas do país.
Diretores sindicais percorreram as agências bancárias do município com faixas e material informativo, convocando bancários e a população em geral a protestar contra as mudanças do governo no sistema de aposentadoria pública. O ato faz parte do Dia Nacional de Luta em Defesa da Previdência Social.
O objetivo da atividade é conscientizar a sociedade sobre os riscos do desmonte pretendido pelo governo Temer. Dentre outros prejuízos, a reforma aumenta a idade mínima para aposentadoria das mulheres, o tempo mínimo de contribuição, rebaixa valor de benefícios, e estabelece o inalcançável limite mínimo de 40 anos de contribuição para a aposentadoria integral.
“É hora de nos levantarmos e mostrarmos nossa resistência contra toda e qualquer retirada de direitos. Nossa mobilização será fundamental para barrar esse ataque e garantir uma aposentadoria digna a todos os trabalhadores”, conclama Roberto Carlos Vicentim, presidente do Sindicato.
De acordo com Vicentim, a reforma proposta promove, na verdade, o desmonte da Seguridade Social, especialmente dos regimes de Previdências Públicas, que passarão a não garantir condições de aposentadoria para a maioria da classe trabalhadora.
Se implantadas, as novas regras previdenciárias obrigarão grande parte dos trabalhadores a buscar alternativas na iniciativa privada, reforçando a ideia de um Estado Mínimo e privilegiando o poder do capital.
Esse é o grande objetivo da proposta em curso, pois, com o congelamento dos investimentos sociais por 20 anos e a diminuição da conta da previdência, o governo ilegítimo garante o superávit necessário para remunerar o rentismo financeiro do capital especulativo, aumentando a concentração de renda e privilegiando o capital que fomentou o golpe político no Brasil.
Não bastasse beneficiar banqueiros com o aumento da venda dos planos de Previdência Privada, os bancos também foram grandes favorecidos por Temer em 2017 com o perdão de dívidas bilionárias. Em abril, o Itaú teve perdoada uma dívida de R$ 25 bilhões em Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). Em julho, o Santander se livrou de pagar R$ 388 milhões também em imposto de renda e CSLL.
A operação para perdoar a dívida do Bradesco foi ainda mais escusa. O governo, por meio da Ativos, empresa controlada pelo Banco do Brasil, usou uma instituição pública, para comprar a dívida de R$ 4 bilhões em carteiras de crédito vencidas do banco privado.
Além disso, a dívida ativa previdenciária totaliza R$ 426 bilhões. Dentre os devedores estão as maiores empresas privadas do país.




SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- A nova realidade do endividamento brasileiro
- Candidaturas apoiadas pelo Sindicato vencem eleições do Economus
- Escala 6x1 é denunciada no Senado como forma de violência estrutural contra as mulheres
- Empossados os integrantes do Conselho Fiscal da Cabesp
- “Super Injusto”: Ninguém entende o Super Caixa, nem a Caixa!
- Itaú é denunciado por dificultar afastamento de trabalhadores adoecidos
- Funcef fecha primeiro trimestre com desempenho positivo. Planos superam metas
- Bradesco amplia lucro no 1º trimestre de 2026 enquanto mantém cortes de empregos e fechamento de agências
- Itaú lucra R$ 12,2 bilhões no 1º trimestre, enquanto segue fechando postos de trabalho e agências
- Engajamento e mobilização para a Consulta Nacional é fundamental para sucesso da Campanha Nacional da categoria
- Audiência no Senado vai debater escala 6x1 como forma de violência estrutural contra as mulheres
- Clube dos Bancários terá novo horário de funcionamento. Confira!
- 42º Congresso Estadual dos Empregados da Caixa será dia 16 de maio
- Banco Mercantil registra lucro recorde no 1º trimestre, mas trabalhadores cobram valorização e melhores condições
- Prazo para votar nas eleições do Economus termina dia 7 de maio; participe!