19/01/2018
Denúncias contra gestores devem ser investigadas; banco deve se manter público
A Caixa Econômica Federal é um banco público e está presente na vida de todo o povo brasileiro. Sua maior marca, desde que foi criada em 1861, é o compromisso com cada cidadão deste país, notadamente com o segmento mais pobre da população.
Como principal parceira do governo federal, a Caixa tem papel fundamental na política de inclusão social. Financia ações como moradia, saneamento básico (água e esgoto), obras públicas, educação e prestação de serviços, contribuindo assim para melhorar a vida das pessoas.
Esse cotidiano de atuação, típico de um banco 100% público, foi mais uma vez objeto de ataques recentes por parte do governo ilegítimo de Michel Temer. É que, em face das denúncias de corrupção praticadas por gestores da empresa, investigados por “gestão temerária” em operações da Polícia Federal, conforme notícias veiculadas nesta semana pela grande mídia, o Ministério da Fazenda se aproveitou da situação para mirar na dilapidação do patrimônio público.
Diante disso, o Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, a exemplo da Fenae, reitera o apoio à apuração das denúncias, tendo claro que esse trabalho precisa ser conduzido em qualquer empresa pública, não devendo, sob qualquer hipótese, ser utilizado para fins alheios ao interesse público. Nesse caso, aliás, o pleno direito de defesa precisa ser oferecido aos denunciados, mas a investigação tem que ser feita, até para preservar o caráter 100% público do banco.
O propósito do governo federal é o de sempre: acabar com o crédito direcionado, a exemplo do financiamento público à habitação (apenas a Caixa responde por 68,1% da carteira imobiliária disponível no país), para favorecer o sistema financeiro privado. Tudo isto é feito para criar dúvidas junto à opinião pública sobre a governabilidade e a integralidade de gestão da Caixa. Chantagem com este objetivo tem sido utilizada pelo governo federal na busca de apoio para a famigerada reforma da Previdência, como ocorreu na suposta liberação de crédito para parlamentares e governadores, por iniciativa do ministro Carlos Marun (Secretaria de Governo).
A pauta privatista está em curso e representa o resgate de propostas de enfraquecimento da empresa pública. A consequência direta e previsível disso é a transferência para bancos privados de operações lucrativas, ficando reservada à Caixa apenas aquelas atividades que não dão retorno e não interessam à iniciativa privada.
Nessa perspectiva, o movimento sindical para que a Caixa permaneça como um banco 100% público, comprometido integralmente com a execução das políticas sociais de interesse da população brasileira, a exemplo do programa Minha Casa, Minha Vida e de ações na área de desenvolvimento urbano. Esse espírito está manifestado na campanha “Defenda a Caixa você também”, lançada em 3 de outubro do ano passado, para reafirmar que o banco precisa continuar à frente do desenvolvimento econômico e social do Brasil.
O presidente da Fenae Jair Pedro Ferreira diz ser necessário levar adiante a luta pela Caixa 100% pública e pela retomada do Estado Democrático de Direito. “A sanha da corrupção e da privatização andam lado a lado no processo de desmonte do patrimônio público. Nesse sentido, a mobilização em defesa do banco público deve vir acompanhada de uma política de valorização dos empregados”.
Antônio Júlio Gonçalves Neto, diretor do Sindicato, destaca que as ameaças de desmantelamento do banco público - consequência da política neoliberal de Temer -, afeta não apenas os empregados da Caixa, mas toda a população brasileira em questões fundamentais como habitação, infraestrutura, geração de renda, crédito com juros mais baixos, entre outras.
"Há 157 anos, comemorados no último dia 12, o banco tem atuado como fomentador de políticas que visam o desenvolvimento do país. Não podemos permitir que o atual governo ignore seu papel social e coloque em risco seu caráter público para privilegiar interesses privados. Por isso a mobilização de todos em defesa da Caixa é fundamental para barrar retrocessos", defende Tony.
Como principal parceira do governo federal, a Caixa tem papel fundamental na política de inclusão social. Financia ações como moradia, saneamento básico (água e esgoto), obras públicas, educação e prestação de serviços, contribuindo assim para melhorar a vida das pessoas.
Esse cotidiano de atuação, típico de um banco 100% público, foi mais uma vez objeto de ataques recentes por parte do governo ilegítimo de Michel Temer. É que, em face das denúncias de corrupção praticadas por gestores da empresa, investigados por “gestão temerária” em operações da Polícia Federal, conforme notícias veiculadas nesta semana pela grande mídia, o Ministério da Fazenda se aproveitou da situação para mirar na dilapidação do patrimônio público.
Diante disso, o Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, a exemplo da Fenae, reitera o apoio à apuração das denúncias, tendo claro que esse trabalho precisa ser conduzido em qualquer empresa pública, não devendo, sob qualquer hipótese, ser utilizado para fins alheios ao interesse público. Nesse caso, aliás, o pleno direito de defesa precisa ser oferecido aos denunciados, mas a investigação tem que ser feita, até para preservar o caráter 100% público do banco.
O propósito do governo federal é o de sempre: acabar com o crédito direcionado, a exemplo do financiamento público à habitação (apenas a Caixa responde por 68,1% da carteira imobiliária disponível no país), para favorecer o sistema financeiro privado. Tudo isto é feito para criar dúvidas junto à opinião pública sobre a governabilidade e a integralidade de gestão da Caixa. Chantagem com este objetivo tem sido utilizada pelo governo federal na busca de apoio para a famigerada reforma da Previdência, como ocorreu na suposta liberação de crédito para parlamentares e governadores, por iniciativa do ministro Carlos Marun (Secretaria de Governo).
A pauta privatista está em curso e representa o resgate de propostas de enfraquecimento da empresa pública. A consequência direta e previsível disso é a transferência para bancos privados de operações lucrativas, ficando reservada à Caixa apenas aquelas atividades que não dão retorno e não interessam à iniciativa privada.
Nessa perspectiva, o movimento sindical para que a Caixa permaneça como um banco 100% público, comprometido integralmente com a execução das políticas sociais de interesse da população brasileira, a exemplo do programa Minha Casa, Minha Vida e de ações na área de desenvolvimento urbano. Esse espírito está manifestado na campanha “Defenda a Caixa você também”, lançada em 3 de outubro do ano passado, para reafirmar que o banco precisa continuar à frente do desenvolvimento econômico e social do Brasil.
O presidente da Fenae Jair Pedro Ferreira diz ser necessário levar adiante a luta pela Caixa 100% pública e pela retomada do Estado Democrático de Direito. “A sanha da corrupção e da privatização andam lado a lado no processo de desmonte do patrimônio público. Nesse sentido, a mobilização em defesa do banco público deve vir acompanhada de uma política de valorização dos empregados”.
Antônio Júlio Gonçalves Neto, diretor do Sindicato, destaca que as ameaças de desmantelamento do banco público - consequência da política neoliberal de Temer -, afeta não apenas os empregados da Caixa, mas toda a população brasileira em questões fundamentais como habitação, infraestrutura, geração de renda, crédito com juros mais baixos, entre outras.
"Há 157 anos, comemorados no último dia 12, o banco tem atuado como fomentador de políticas que visam o desenvolvimento do país. Não podemos permitir que o atual governo ignore seu papel social e coloque em risco seu caráter público para privilegiar interesses privados. Por isso a mobilização de todos em defesa da Caixa é fundamental para barrar retrocessos", defende Tony.
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