Dia 5, todos na luta: reaja contra a reforma da previdência ou morra trabalhando
Presidente, ministros, deputados, senadores. Alguns dos mais privilegiados por aposentadorias milionárias querem acabar com esse direito para quem trabalha.
Por isso, no dia 5 de dezembro, o Brasil vai se mobilizar para dar um recado bem claro aos que ainda têm dúvida: quem votar contra o direito dos trabalhadores se aposentarem, nunca mais será eleito!
"Em mais um ataque contra os trabalhadores, agora querem acabar com a aposentadoria. Não podemos e não vamos aceitar mais retrocessos. Foram anos de luta e resistência pela conquista a garantia de nossos direitos. É preciso estarmos ainda mais unidos e organizados para barrar o desmonte da Previdência. Só a luta nos garante!, conclama o presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região Roberto Carlos Vicentim.
Passado o desmonte trabalhista – que ainda está sendo alterado por medida provisória que já conta com mais de 900 emendas – o foco da retirada de direitos é a Previdência pública. A nova proposta de Temer (veja algumas alterações abaixo) pode ser votada em 6 de dezembro. Precisa da aprovação de 308 dos 513 parlamentares da Câmara dos Deputados, em dois turnos de votação, para depois seguir para o Senado O governo afirma fazer mudanças para melhorar a proposta, mas na realidade continua tudo na mesma: se aprovado o que Temer e seus aliados defendem, cada vez menos pessoas conseguirão se aposentar. Também insistem em falar em déficit para convencer a população de que se não houver mudanças, não haverá aposentadoria. Entretanto, especialistas comprovam que não há déficit se o governo pagar sua parte nas contribuições que mantêm a Previdência.
O governo também poderia fazer caixa taxando grandes fortunas ou acabando com a sonegação, mas segue perdoando bilhões em dívidas dos bancos, o setor mais lucrativo do Brasil, enquanto propõe economizar à custa dos trabalhadores. "Há muitos deputados contra essa proposta e ainda podemos virar esse jogo. Por isso, no dia 5, vamos unir e nos mobilizar em prol dos direitos de todos os trabalhadores”, completa Vicentim.

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