29/06/2017
Sindicato realiza vistorias em agências do Santander para detectar irregularidades
Diretores do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região deram início às visitas as agências do Santander pertencentes à base territorial da instituição, com o objetivo de verificar se o compromisso assumido pelo banco, de manter o mínimo de três funcionários em cada unidade, está sendo respeitado. O trabalho de fiscalização é liderado pelo dirigente Aparecido Augusto Marcelo e deve se estender pelo mês de julho.
Das mais de 20 agênciais regionais, seis delas já receberam a visita do Sindicato nesta quinta-feira (Sales, Ibirá, Uchôa, Catiguá, Tabapuã e Urupês), após denúncia de que algumas unidades estariam operando com um número de funcionários abaixo do quadro mínimo acordado.
Marcelo explica que não respeitar o limite mínimo de trabalhadores é um dos principais fatores responsáveis por dificultar o atendimento aos clientes, aumentar a sobrecarga de trabalho, elevando assim o número de casos de adoecimento da categoria. “Exigimos que o banco respeite seus funcionários e lhes assegure as devidas condições de trabalho, bem como o atendimento de qualidade merecido pelos clientes.”
Outro problema verificado pelos dirigentes diz respeito à falta de segurança na agência do Santander do município de Sales, que continua sem porta giratória, representando perigo aos bancários e à população.
Em reunião com o presidente da Câmara de Vereadores da cidade, João Francisco Ribeiro, Marcelo solicitou urgência na aprovação da lei que determina a instalação do equipamento. Devido à pressão sindical, Ribeiro garantiu que a apresentação do projeto se dará na próxima sessão ordinária.
Outra irregularidade apurada pelo sindicato refere-se à compensação de horas extras no Santander, que vem sendo realizada de forma totalmente irregular em agências da região, com graves prejuízos para os funcionários. A remuneração, que deveria ocorrer de forma integral, está sendo promovida parcialmente, enquanto o restante da compensação é realizado através de “folgas”.
De acordo com Marcelo, apesar de haver uma previsão no Acordo Coletivo, a lei não está sendo cumprida na prática. “O Santander prega um discurso de que essas horas devem ser compensadas a partir de um acordo entre o gestor e o bancário, que beneficie também o trabalhador. No entanto, mais uma vez a instituição repete o que já está virando rotina: não cumpre nem com a lei nem com a palavra.”
O dirigente informou que serão agendadas reuniões com a Superintendência Regional do banco espanhol para debater as questões e cobrar da direção solução imediata para os problemas encontrados.

Os diretores Aparecido Augusto Marcelo e Sérgio Ribeiro Presidente do Sindicato Roberto Carlos Vicentim e o
em vistoria contra irregularidades na agência de Urupês dirigente sindical Júlio Mathias em visita à agência de Catiguá

Diretores Júlio César Trigo e Júlio Mathias em visita de Presidente Roberto Carlos Vicentim e diretores Júlio Trigo
fiscalização a agência do Santander do município de Uchôa e Júlio Mathias em agência na cidade de Tabapuã
Das mais de 20 agênciais regionais, seis delas já receberam a visita do Sindicato nesta quinta-feira (Sales, Ibirá, Uchôa, Catiguá, Tabapuã e Urupês), após denúncia de que algumas unidades estariam operando com um número de funcionários abaixo do quadro mínimo acordado.
Marcelo explica que não respeitar o limite mínimo de trabalhadores é um dos principais fatores responsáveis por dificultar o atendimento aos clientes, aumentar a sobrecarga de trabalho, elevando assim o número de casos de adoecimento da categoria. “Exigimos que o banco respeite seus funcionários e lhes assegure as devidas condições de trabalho, bem como o atendimento de qualidade merecido pelos clientes.”
Outro problema verificado pelos dirigentes diz respeito à falta de segurança na agência do Santander do município de Sales, que continua sem porta giratória, representando perigo aos bancários e à população.
Em reunião com o presidente da Câmara de Vereadores da cidade, João Francisco Ribeiro, Marcelo solicitou urgência na aprovação da lei que determina a instalação do equipamento. Devido à pressão sindical, Ribeiro garantiu que a apresentação do projeto se dará na próxima sessão ordinária.
Outra irregularidade apurada pelo sindicato refere-se à compensação de horas extras no Santander, que vem sendo realizada de forma totalmente irregular em agências da região, com graves prejuízos para os funcionários. A remuneração, que deveria ocorrer de forma integral, está sendo promovida parcialmente, enquanto o restante da compensação é realizado através de “folgas”.
De acordo com Marcelo, apesar de haver uma previsão no Acordo Coletivo, a lei não está sendo cumprida na prática. “O Santander prega um discurso de que essas horas devem ser compensadas a partir de um acordo entre o gestor e o bancário, que beneficie também o trabalhador. No entanto, mais uma vez a instituição repete o que já está virando rotina: não cumpre nem com a lei nem com a palavra.”
O dirigente informou que serão agendadas reuniões com a Superintendência Regional do banco espanhol para debater as questões e cobrar da direção solução imediata para os problemas encontrados.
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Os diretores Aparecido Augusto Marcelo e Sérgio Ribeiro Presidente do Sindicato Roberto Carlos Vicentim e o
em vistoria contra irregularidades na agência de Urupês dirigente sindical Júlio Mathias em visita à agência de Catiguá


Diretores Júlio César Trigo e Júlio Mathias em visita de Presidente Roberto Carlos Vicentim e diretores Júlio Trigo
fiscalização a agência do Santander do município de Uchôa e Júlio Mathias em agência na cidade de Tabapuã


Diretores Aparecido Augusto Marcelo e Ségio Ribeiro Diretores cobram instalação de porta-giratória na agência de
em fiscalização à unidade do Santander de Sales Sales em reunião com o presidente da Câmara, João F. Ribeiro
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