26/06/2017
Instituição deturpa legislação sobre licença- médica para demitir bancários afastados
Os bancários e bancárias do Santander que se afastam para tratamento de saúde devem ficar atentos aos ardis do banco, no que se refere ao retorno ao trabalho. A empresa usa indevidamente o Decreto Lei 8691/16, que prevê a opção do funcionário afastado para tratamento de saúde de retornar ao trabalho antes da perícia do INSS. O decreto define que o INSS poderá reconhecer atestado do médico assistente para conceder o benefício da licença, e estabelece também convênio com o Sistema Único de Saúde (SUS) para os mesmos fins.
Retorno
O decreto lei diz que caso a perícia no INSS só possa ser realizada após o término do prazo para o afastamento do empregado indicado no atestado do médico (assistente) ou do SUS, o trabalhador poderá optar pelo retorno no dia seguinte à data determinada, independentemente de ter passado pela perícia médica do INSS.
Autônomos
O decreto em questão tem aplicação mais adequada a quem exerce atividades autônomas. A lei 8691/16 oferece a opção desses trabalhadores retornarem as suas tarefas se estiverem em boas condições de saúde, evitando assim uma queda em sua renda variável.
Para o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região Aparecido Augusto Marcelo, a postura do banco demonstra o desinteresse e desrespeito por seus trabalhadores. "O Santander, mais uma vez, mostra-se indiferente aos seus funcionários ao assumir uma conduta arrogante, em que só interessa facilitar demissões.", critica Marcelo.
Retorno
O decreto lei diz que caso a perícia no INSS só possa ser realizada após o término do prazo para o afastamento do empregado indicado no atestado do médico (assistente) ou do SUS, o trabalhador poderá optar pelo retorno no dia seguinte à data determinada, independentemente de ter passado pela perícia médica do INSS.
Autônomos
O decreto em questão tem aplicação mais adequada a quem exerce atividades autônomas. A lei 8691/16 oferece a opção desses trabalhadores retornarem as suas tarefas se estiverem em boas condições de saúde, evitando assim uma queda em sua renda variável.
Para o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região Aparecido Augusto Marcelo, a postura do banco demonstra o desinteresse e desrespeito por seus trabalhadores. "O Santander, mais uma vez, mostra-se indiferente aos seus funcionários ao assumir uma conduta arrogante, em que só interessa facilitar demissões.", critica Marcelo.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Caixa: Promoção por Mérito é conquista e precisa ser paga em janeiro
- Trabalhadores voltam à mesa de negociação com os bancos nesta quinta-feira (30) para discutir cláusulas econômicas
- Mesa única de negociação: o escudo que salvou bancários do arrocho e agora volta a ser alvo dos bancos
- Representação dos empregados pede reunião com presidente da Caixa após notícias sobre atletas patrocinados
- COE cobra avanços em saúde e condições de trabalho na terceira negociação específica com o Santander
- COE entrega pauta específica ao Bradesco e reforça defesa do emprego e dos direitos dos bancários
- Terceira rodada de negociação com o Santander terá saúde como tema central nesta terça-feira (28)
- Dia Nacional de Luta: Sindicato intensifica mobilização em Catanduva para fortalecer campanha e defender direitos da categoria
- Quem faz a Caixa merece cuidado: em Dia Nacional de Luta, bancários de Catanduva cobram responsabilidade do banco com o Saúde Caixa
- Em Dia Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho, Sindicato faz alerta sobre o adoecimento da categoria bancária
- Clube dos Bancários conclui serviços de manutenção e reabre a partir desta terça-feira (28)
- CEBB denuncia metas abusivas e cobra solução definitiva para a Cassi em terceira rodada de negociação com o BB
- FGTS deve distribuir lucros entre os trabalhadores; valor será depositado em agosto
- Lei de Cotas faz 35 anos com apenas 1,27% dos postos de trabalho ocupados por pessoas com deficiência
- CEE/Caixa cobra novo PFG, novo PCS e critérios transparentes para o PSI