COE do Mercantil do Brasil define estratégias de luta e mobilizações para o próximo período
A defesa do emprego frente ao processo de reestruturação foi a tônica do encontro dos trabalhadores do Mercantil do Brasil durante o Encontro Nacional dos Funcionários dos Bancos Privados, realizado no Hotel Marabá, em São Paulo.
Desde 2013, o banco tem realizado demissões em massa e fechado agências em todo o Brasil com o argumento de reestruturação. Hoje o banco conta com 194 agências e 2.600 empregados. “O processo de reestruturação do Mercantil do Brasil atinge vários cargos, principalmente os ligados à retaguarda operacional das agências, como por exemplo, gerentes administrativos, supervisores e também os Tis (tecnologia da informação). Portanto, exigimos que a empresa crie mecanismos para a realocação dos funcionários atingidos pelo processo de transformação das agências em PAs”, informou Marco Aurélio Alves, coordenador nacional da COE Mercantil do Brasil. Segundo o dirigente, os sindicatos entrarão com ações na justiça questionando o processo de demissões sumárias, ocorridas por conta da reestruturação.
Entre os principais temas, o grupo debateu o Plano de Cargos, Carreiras e Salários, PLR, Saúde e Segurança. Para Marco Aurélio, o encontro é de suma importância para que os sindicatos tracem estratégias de lutas e mobilizações com o objetivo de garantir a valorização e melhoria na qualidade de vida dos trabalhadores do banco.
Nesta quinta-feira (8), a COE do Mercantil do Brasil prossegue com o Encontro, ocasião em que irá montar uma minuta de reivindicações a ser encaminhada ao banco e um plano de lutas para a Campanha Nacional dos Bancários 2017 que será apresentado à Contraf-CUT.
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