02/05/2017
Centrais e movimentos sociais devem ocupar Brasília (DF) e preparam outra Greve Geral
Foram mais de 40 milhões de pessoas que participaram e apoiaram a Greve Geral do último dia 28. Contrários mesmo, lembrou o presidente nacional da CUT, Vagner Freitas, apenas o presidente ilegítimo Michel Temer e sua base de apoio.
Durante o ato de 1º de Maio, na Paulista, Vagner disse que no próximo dia 4, em Brasília, as organizações dos movimentos sindical e sociais se reunirão para discutir os próximos passos. As alternativas são uma marcha de 100 mil pessoas até a capital federal ou uma nova Greve Geral. Também é possível que ambas as ações aconteçam.
Durante o ato de 1º de Maio, na Paulista, Vagner disse que no próximo dia 4, em Brasília, as organizações dos movimentos sindical e sociais se reunirão para discutir os próximos passos. As alternativas são uma marcha de 100 mil pessoas até a capital federal ou uma nova Greve Geral. Também é possível que ambas as ações aconteçam.
Antes, haverá diálogo com o Congresso. As centrais devem se encontrar nesta terça-feira (2) com a bancada e com o líder do PMDB no Senado, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), além do presidente da Casa, Eunício Oliveira (PMDB-CE), para debater o destino da Reforma Trabalhista, aprovada na Câmara.
“Parece que o Senado já entendeu que foi feito um atentado contra a classe trabalhadora. Vamos tratar disso e da necessidade de adiamento da Reforma Previdenciária, especialmente neste momento em que Ibope e Datafolha atestam o que CUT e Vox Populi já diziam: mais de 70% das pessoas são contra as reformas de Temer, o presidente mais impopular da história, que não tem legitimidade e credibilidade”, falou Vagner.
De acordo com pesquisa Datafolha divulgada no último dia 30, 89% reprovam atuação do golpista e 71% são contra a reforma da Previdência. “Volto a dizer a dizer aos parlamentares, o Temer não tem compromisso com popularidade, porque tem prazo de validade, vamos tirá-lo já ou até outubro. Já os deputados e senadores que quiserem continuar vão ter de ter voto e quem votar nas reformas teremos o prazer de divulgar para que não se reelejam em 2018”, alertou o presidente.
Negociação
Vagner Freitas reforçou que a CUT e as demais organizações estão dispostas a negociar com o Congresso Nacional, especialmente o Senado, e resta saber quem os parlamentares ouvirão, as ruas ou Temer.
“Os Senadores vão ouvir a opinião pública ou morrerão abraçados com um governo que já acabou?”, questionou. “Se quiserem entendimento para retirar essas propostas e num momento mais normal trazermos essa discussão para uma mesa de negociação, com um governo legítimo e eleito pelo povo, isso podemos discutir. Queremos eleições diretas já, o Temer não tem condições mais de ser presidente”, falou.
Presos políticos
Representante da Frente Povo Sem Medo e do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), Guilherme Boulos, lembrou que há três manifestantes do movimento presos por cometerem o crime da livre expressão.
“Quando um governo perde condição de governar, recorre à repressão e criminalização contra aqueles que lutam. Na última sexta (28), foram detidas varias pessoas e três permanecem presas: Luciano Antonio Firmino, Juraci Alves do Santos e Ricardo Rodrigues dos Santos, ativistas do MTST, detidos sob acusação esdrúxula, sem nenhuma prova, e que permanecem na carceragem do 63º DP. No sábado, o pedido de liberdade foi negado sob alegação da juíza Marcela Fillus Coelho de defesa da ordem pública, algo próprio de regimes de exceção a autoritário que tratam assim os opositores. São presos políticos da greve que amanhã devem ser encaminhados ao presídio e iremos reagir a isso”, alertou.
“Parece que o Senado já entendeu que foi feito um atentado contra a classe trabalhadora. Vamos tratar disso e da necessidade de adiamento da Reforma Previdenciária, especialmente neste momento em que Ibope e Datafolha atestam o que CUT e Vox Populi já diziam: mais de 70% das pessoas são contra as reformas de Temer, o presidente mais impopular da história, que não tem legitimidade e credibilidade”, falou Vagner.
De acordo com pesquisa Datafolha divulgada no último dia 30, 89% reprovam atuação do golpista e 71% são contra a reforma da Previdência. “Volto a dizer a dizer aos parlamentares, o Temer não tem compromisso com popularidade, porque tem prazo de validade, vamos tirá-lo já ou até outubro. Já os deputados e senadores que quiserem continuar vão ter de ter voto e quem votar nas reformas teremos o prazer de divulgar para que não se reelejam em 2018”, alertou o presidente.
Negociação
Vagner Freitas reforçou que a CUT e as demais organizações estão dispostas a negociar com o Congresso Nacional, especialmente o Senado, e resta saber quem os parlamentares ouvirão, as ruas ou Temer.
“Os Senadores vão ouvir a opinião pública ou morrerão abraçados com um governo que já acabou?”, questionou. “Se quiserem entendimento para retirar essas propostas e num momento mais normal trazermos essa discussão para uma mesa de negociação, com um governo legítimo e eleito pelo povo, isso podemos discutir. Queremos eleições diretas já, o Temer não tem condições mais de ser presidente”, falou.
Presos políticos
Representante da Frente Povo Sem Medo e do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), Guilherme Boulos, lembrou que há três manifestantes do movimento presos por cometerem o crime da livre expressão.
“Quando um governo perde condição de governar, recorre à repressão e criminalização contra aqueles que lutam. Na última sexta (28), foram detidas varias pessoas e três permanecem presas: Luciano Antonio Firmino, Juraci Alves do Santos e Ricardo Rodrigues dos Santos, ativistas do MTST, detidos sob acusação esdrúxula, sem nenhuma prova, e que permanecem na carceragem do 63º DP. No sábado, o pedido de liberdade foi negado sob alegação da juíza Marcela Fillus Coelho de defesa da ordem pública, algo próprio de regimes de exceção a autoritário que tratam assim os opositores. São presos políticos da greve que amanhã devem ser encaminhados ao presídio e iremos reagir a isso”, alertou.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Fechamento de agências bancárias amplia exclusão de pessoas com deficiência e população vulnerável
- Pressão por vendas: com regras piores para pagar comissões, lucro da Caixa Seguridade aumenta 13,2% no 1º tri. Dividendos pagos alcançam R$ 1,05 bi
- Sindicato participa de lançamento de livro que celebra legado político e sindical de Augusto Campos
- Santander reduz lucro no 1º trimestre de 2026 e mantém cortes de empregos e fechamento de unidades
- Movimento sindical cobra retomada imediata da mesa de negociação da Cassi
- Oficina de Formação da Rede UNI Mulheres aborda desafios para igualdade de gênero no país, com aulas práticas de autodefesa
- ELEIÇÕES SINDICAIS: Termo de encerramento do prazo de impugnação de canditaduras
- Candidaturas apoiadas pelo Sindicato vencem eleições do Economus
- Empossados os integrantes do Conselho Fiscal da Cabesp
- A nova realidade do endividamento brasileiro
- Escala 6x1 é denunciada no Senado como forma de violência estrutural contra as mulheres
- Itaú é denunciado por dificultar afastamento de trabalhadores adoecidos
- Funcef fecha primeiro trimestre com desempenho positivo. Planos superam metas
- Bradesco amplia lucro no 1º trimestre de 2026 enquanto mantém cortes de empregos e fechamento de agências
- “Super Injusto”: Ninguém entende o Super Caixa, nem a Caixa!