13/12/2016
13 de dezembro: povo vai às ruas contra a PEC 55 e a reforma da previdência
Nesta terça-feira (13 de dezembro), coincidentemente na mesma trágica data em que foi lançado, em 1968, o famigerado Ato Institucional nº 5 (AI-5), a expressão mais acabada da violência do regime de exceção comandado pelos militares, os trabalhadores e as trabalhadoras, do campo e da cidade, do serviço público e privado, bem como a juventude e as minorias sociais, voltam a se manifestar em todo o país.
Em Brasílila, a manifestação acontece em frente ao Congresso Nacional a partir das 17 horas, onde a CUT e os sindicatos filiados se reunirão para combater a PEC 55 (Proposta de Emenda Constitucional), antiga PEC 241, que congela por 20 anos o investimentos em serviços públicos com educação e saúde.
Está programada, no Senado, a votação em segundo turno a chamada PEC da Morte ou do Desmonte do Estado, de autoria do governo golpista e ilegítimo de Michel Temer (PMDB).
Na capital federal, esta será a primeira grande manifestação após a violenta e covarde repressão praticada pelas polícias Militar e Legislativa, a mando dos governos do GDF e dos golpistas, no dia 29 de novembro, dia do primeiro turno de votação da PEC da Morte.
Por isso, a CUT e os sindicatos filiados também protestarão no dia 13 contra a repressão, que fere o direito constitucional e democrático de manifestação. “Não poderíamos esperar outra coisa a não ser a violência por parte daqueles que afrontaram a democracia para chegar ao governo. Mas não podemos aceitar medidas repressivas e de exceção, nem a criminalização dos movimentos, calados. Vamos seguir fazendo atos, usando nosso direito de nos manifestarmos contra tudo que nos atinge e faz mal. Nossa luta é pela democracia e por direitos”, enfatiza o presidente da CUT-DF, Rodrigo Britto.
Em Brasílila, a manifestação acontece em frente ao Congresso Nacional a partir das 17 horas, onde a CUT e os sindicatos filiados se reunirão para combater a PEC 55 (Proposta de Emenda Constitucional), antiga PEC 241, que congela por 20 anos o investimentos em serviços públicos com educação e saúde.
Está programada, no Senado, a votação em segundo turno a chamada PEC da Morte ou do Desmonte do Estado, de autoria do governo golpista e ilegítimo de Michel Temer (PMDB).
Na capital federal, esta será a primeira grande manifestação após a violenta e covarde repressão praticada pelas polícias Militar e Legislativa, a mando dos governos do GDF e dos golpistas, no dia 29 de novembro, dia do primeiro turno de votação da PEC da Morte.
Por isso, a CUT e os sindicatos filiados também protestarão no dia 13 contra a repressão, que fere o direito constitucional e democrático de manifestação. “Não poderíamos esperar outra coisa a não ser a violência por parte daqueles que afrontaram a democracia para chegar ao governo. Mas não podemos aceitar medidas repressivas e de exceção, nem a criminalização dos movimentos, calados. Vamos seguir fazendo atos, usando nosso direito de nos manifestarmos contra tudo que nos atinge e faz mal. Nossa luta é pela democracia e por direitos”, enfatiza o presidente da CUT-DF, Rodrigo Britto.
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