29/11/2016
Fórum de Condições de Trabalho aponta problemas reincidentes na Caixa
Na reunião do Fórum Condições de Trabalho da Gerencia Integrada de Pessoas da Caixa de São Paulo (Gipes/SP) realizada na quinta-feira (24), os representantes dos trabalhadores apontaram que em algumas superintendências da Caixa os problemas são persistentes.
“Na reunião anterior, havíamos falado de um ‘boletim’ da Superintendência Regional (SR) Santana que expunha os funcionários. Na reunião atual, falamos sobre assédios cometidos nesta mesma superintendência, com mensagens eletrônicas enviadas para os celulares dos empregados, inclusive fora do horário de expediente. Isso é um desrespeito à cláusula 37 da Convenção Coletiva de Trabalho da categoria”, explica a diretora de Cultura da Federação dos Bancários da CUT de São Paulo (Fetec-CUT/SP) e coordenadora do Coletivo Estadual de Empregados da Caixa, Jackeline Machado.
“A prática configura o uso de ferramentas de comunicação inadequadas, não autorizadas, que vai contra não apenas ao que determina nossa Convenção Coletiva, mas às próprias normas da Caixa”, afirmou o diretor de Imprensa e Comunicação da Fetec-CUT/SP e diretor de Relações Sindicais da Associação de Pessoal da Caixa Econômica Federal de São Paulo (Apcef-SP), Leonardo Quadros.
“Queremos saber se o WhatsApp é uma ferramenta oficial de trabalho. Se for, a Caixa precisa fornecer aparelhos e planos de internet para seus funcionários e arcar com todos os aspectos decorrentes, como regime de sobreaviso, entre outros”, completou o dirigente.
A mesma prática ocorre na SR Penha, onde também houve a divulgação do ranking de funcionários. “Divulgar ranking é outra prática reincidente de exposição das pessoas. Quando é individual, a exposição é pessoal, quando é coletivo há a exposição do grupo e individualmente do responsável pela agência ou pela carteira. Outra prática que desrespeita nossa Convenção Coletiva”, explicou Jackeline.
Problemas estruturais
Além dos problemas de gestão de pessoas, também foram detectados casos de deficiência na estrutura de agências, como falta de acessibilidade devido à inexistência, ou inadequação de rampa para pessoas com deficiência, de escadas rolantes e elevadores, falta de guarda-corpo e corrimão. Também existem contrariedades decorrentes da climatização, infiltração, vazamento, mofo, pisos soltos e a inexistência de guarda-volumes, afetando a segurança e a saúde dos clientes e bancários.
Os problemas detectados estão em agências da SR Baixada Santista (agências Santos e Martin Afonso), SR Ipiranga (agências Jabaquara e Conceição), SR Santana (agências Parque Novo Mundo, Adoniran Barbosa e Parque São Domingos) e SR Penha (agências Vila Carmosina, Conselheiro Carrão e Suzano).
Segundo regra do Fórum Condições de Trabalho, a Caixa deve apresentar solução para os casos apresentados em até 30 dias. Aqueles que não puderem ter solução definitiva nem iniciada nesse prazo são encaminhados para negociação com a matriz.
“Na reunião anterior, havíamos falado de um ‘boletim’ da Superintendência Regional (SR) Santana que expunha os funcionários. Na reunião atual, falamos sobre assédios cometidos nesta mesma superintendência, com mensagens eletrônicas enviadas para os celulares dos empregados, inclusive fora do horário de expediente. Isso é um desrespeito à cláusula 37 da Convenção Coletiva de Trabalho da categoria”, explica a diretora de Cultura da Federação dos Bancários da CUT de São Paulo (Fetec-CUT/SP) e coordenadora do Coletivo Estadual de Empregados da Caixa, Jackeline Machado.
“A prática configura o uso de ferramentas de comunicação inadequadas, não autorizadas, que vai contra não apenas ao que determina nossa Convenção Coletiva, mas às próprias normas da Caixa”, afirmou o diretor de Imprensa e Comunicação da Fetec-CUT/SP e diretor de Relações Sindicais da Associação de Pessoal da Caixa Econômica Federal de São Paulo (Apcef-SP), Leonardo Quadros.
“Queremos saber se o WhatsApp é uma ferramenta oficial de trabalho. Se for, a Caixa precisa fornecer aparelhos e planos de internet para seus funcionários e arcar com todos os aspectos decorrentes, como regime de sobreaviso, entre outros”, completou o dirigente.
A mesma prática ocorre na SR Penha, onde também houve a divulgação do ranking de funcionários. “Divulgar ranking é outra prática reincidente de exposição das pessoas. Quando é individual, a exposição é pessoal, quando é coletivo há a exposição do grupo e individualmente do responsável pela agência ou pela carteira. Outra prática que desrespeita nossa Convenção Coletiva”, explicou Jackeline.
Problemas estruturais
Além dos problemas de gestão de pessoas, também foram detectados casos de deficiência na estrutura de agências, como falta de acessibilidade devido à inexistência, ou inadequação de rampa para pessoas com deficiência, de escadas rolantes e elevadores, falta de guarda-corpo e corrimão. Também existem contrariedades decorrentes da climatização, infiltração, vazamento, mofo, pisos soltos e a inexistência de guarda-volumes, afetando a segurança e a saúde dos clientes e bancários.
Os problemas detectados estão em agências da SR Baixada Santista (agências Santos e Martin Afonso), SR Ipiranga (agências Jabaquara e Conceição), SR Santana (agências Parque Novo Mundo, Adoniran Barbosa e Parque São Domingos) e SR Penha (agências Vila Carmosina, Conselheiro Carrão e Suzano).
Segundo regra do Fórum Condições de Trabalho, a Caixa deve apresentar solução para os casos apresentados em até 30 dias. Aqueles que não puderem ter solução definitiva nem iniciada nesse prazo são encaminhados para negociação com a matriz.
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