21/10/2016
Presidente Sérgio Rial aplica 'gestão da tesoura' no Santander
A ordem do presidente do Santander no Brasil, Sérgio Rial, é cortar custos, pouco importando as consequências para bancários e clientes. Em comunicados frequentes, o banco espanhol anuncia onde ocorrerão os “cortes”. Até mesmo itens essenciais, como papel higiênico, são afetados pelas tesouradas. A redução de custos tão pouco garante a preservação do maior patrimônio da instituição: os bancários e seus empregos.
Estão cortando tudo, desde água e café para funcionários e clientes, fretados para centros administrativos e reembolsos de quilometragem para gerentes de relacionamento e até mesmo o papel higiênico. O banco também reduziu os serviços de limpeza, em agências e departamentos, e extinguiu a função dos vigilantes que cobriam o horário de almoço, fazendo com que vigilantes tenham que almoçar antes do local de trabalho abrir ou após o fechamento.
Os cortes de custos contrastam com o enorme lucro do Santander, que faturou R$ 3,466 bilhões apenas nos primeiros seis meses do ano, crescimento de 4,8% em 12 meses e de 8,8% do primeiro para o segundo trimestre. Só com o que fatura com tarifas, receita que teve crescimento de 11,9% em 12 meses, o banco espanhol cobre 152% das suas despesas com pessoal.
Com esta política de cortes, o banco não cumpre seu papel social como concessão pública e penaliza clientes e trabalhadores. Não à toa, nos meses de julho e agosto o Santander figura no segundo lugar entre as instituições financeiras com mais reclamações ao Banco Central.
Planos odontológicos
Dentro da mesma lógica de redução de custos, recentemente o Santander mudou o plano odontológico dos funcionários, sem qualquer diálogo com os trabalhadores e o movimento sindical, gerando inúmeras reclamações. Para os cargos com altos salários, os planos são os melhores disponíveis no mercado. Já para a maioria dos funcionários, aqueles que garantem o lucro, sobram planos ruins e mudanças impostas de forma unilateral para cortar custos.
Estão cortando tudo, desde água e café para funcionários e clientes, fretados para centros administrativos e reembolsos de quilometragem para gerentes de relacionamento e até mesmo o papel higiênico. O banco também reduziu os serviços de limpeza, em agências e departamentos, e extinguiu a função dos vigilantes que cobriam o horário de almoço, fazendo com que vigilantes tenham que almoçar antes do local de trabalho abrir ou após o fechamento.
Os cortes de custos contrastam com o enorme lucro do Santander, que faturou R$ 3,466 bilhões apenas nos primeiros seis meses do ano, crescimento de 4,8% em 12 meses e de 8,8% do primeiro para o segundo trimestre. Só com o que fatura com tarifas, receita que teve crescimento de 11,9% em 12 meses, o banco espanhol cobre 152% das suas despesas com pessoal.
Com esta política de cortes, o banco não cumpre seu papel social como concessão pública e penaliza clientes e trabalhadores. Não à toa, nos meses de julho e agosto o Santander figura no segundo lugar entre as instituições financeiras com mais reclamações ao Banco Central.
Planos odontológicos
Dentro da mesma lógica de redução de custos, recentemente o Santander mudou o plano odontológico dos funcionários, sem qualquer diálogo com os trabalhadores e o movimento sindical, gerando inúmeras reclamações. Para os cargos com altos salários, os planos são os melhores disponíveis no mercado. Já para a maioria dos funcionários, aqueles que garantem o lucro, sobram planos ruins e mudanças impostas de forma unilateral para cortar custos.
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