16/09/2016
CUT seguirá defendendo os direitos da classe trabalhadora
A CUT participou na quarta-feira (14), de reunião entre o Ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, e representantes das centrais sindicais.
O presidente da CUT, Vagner Freitas, deixou claro durante a audiência que o fato dele estar na reunião, com a vice-presidente Carmen Foro, e o secretário de Assuntos Jurídicos Valeir Erthle, não significa que a CUT reconhece esse governo. Porém, como representantes da classe trabalhadora, a maior central do Brasil não pode se furtar a a representar o trabalhador. E representar o trabalhador diante do atual cenário é dizer que não vai negociar a retirada de direitos, que vai organizar um Dia Nacional de Paralisação, no dia 22, contra o desemprego, as reformas da Previdência e trabalhista e qualquer ataque aos direitos conquistados nos últimos anos.
O presidente da CUT, abriu sua fala dizendo que a CUT não reconhece esse governo, que o ministro do Trabalho "faz parte de um governo que não deveria existir porque não foi eleito e, portanto, não tem legitimidade."
O dirigente disse ainda que a CUT não vai aceitar idade mínima para aposentadoria - "isso é um retrocesso enorme" -, nem tampouco o negociado sobre o legislado, muito menos aumento de jornada de trabalho. Se o governo mandar essas medidas para o Congresso Nacional, "vamos para greve geral", disse Vagner.
Independentemente das reformas, o presidente da CUT disse ao ministro que a Central e os movimentos populares continuarão lutando nas ruas pela volta do Estado democrático de direito no Brasil e contra a retirada de direitos sociais e trabalhistas.
O presidente da CUT, Vagner Freitas, deixou claro durante a audiência que o fato dele estar na reunião, com a vice-presidente Carmen Foro, e o secretário de Assuntos Jurídicos Valeir Erthle, não significa que a CUT reconhece esse governo. Porém, como representantes da classe trabalhadora, a maior central do Brasil não pode se furtar a a representar o trabalhador. E representar o trabalhador diante do atual cenário é dizer que não vai negociar a retirada de direitos, que vai organizar um Dia Nacional de Paralisação, no dia 22, contra o desemprego, as reformas da Previdência e trabalhista e qualquer ataque aos direitos conquistados nos últimos anos.
O presidente da CUT, abriu sua fala dizendo que a CUT não reconhece esse governo, que o ministro do Trabalho "faz parte de um governo que não deveria existir porque não foi eleito e, portanto, não tem legitimidade."
O dirigente disse ainda que a CUT não vai aceitar idade mínima para aposentadoria - "isso é um retrocesso enorme" -, nem tampouco o negociado sobre o legislado, muito menos aumento de jornada de trabalho. Se o governo mandar essas medidas para o Congresso Nacional, "vamos para greve geral", disse Vagner.
Independentemente das reformas, o presidente da CUT disse ao ministro que a Central e os movimentos populares continuarão lutando nas ruas pela volta do Estado democrático de direito no Brasil e contra a retirada de direitos sociais e trabalhistas.
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