29/06/2015
Bancária tem dinamite amarrada ao corpo durante assalto a agência
Uma bancária do Santander viveu instantes de verdadeiro terror na sexta-feira 26. Quando saia de casa, foi abordada por assaltantes que amarraram dinamite em seu corpo, levaram-na até a agência onde trabalha, na zona norte, e exigiram dinheiro do banco como condição para não detonar os explosivos. O roubo acabou frustrado, a dinamite não foi detonada e os bandidos fugiram.
O Sindicato dos Bancários de São Paulo esteve no local para interditar a agência e garantir a dispensa dos trabalhadores. A bancária vítima da ação foi prestar depoimento na delegacia de polícia.
“O pior de tudo foi o pânico que a funcionária passou. Ela está muito abalada”, ressalta o dirigente sindical Gilberto Campos, o Giba. “Agora vamos cobrar a emissão da Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) e apoio psicológico aos trabalhadores que solicitarem, o que são obrigações do banco”, afirma.
A CAT tem a finalidade de reconhecer um acidente de trabalho – como é o caso de um assalto –, ou de uma doença ocupacional. O documento é importante para que o INSS reconheça o nexo técnico, ou seja, que uma eventual doença ocasionada pelo trauma – como uma síndrome do pânico, comum em casos como esse – tenha sido originada no desempenho das funções laborais.
O Sindicato dos Bancários de São Paulo esteve no local para interditar a agência e garantir a dispensa dos trabalhadores. A bancária vítima da ação foi prestar depoimento na delegacia de polícia.
“O pior de tudo foi o pânico que a funcionária passou. Ela está muito abalada”, ressalta o dirigente sindical Gilberto Campos, o Giba. “Agora vamos cobrar a emissão da Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) e apoio psicológico aos trabalhadores que solicitarem, o que são obrigações do banco”, afirma.
A CAT tem a finalidade de reconhecer um acidente de trabalho – como é o caso de um assalto –, ou de uma doença ocupacional. O documento é importante para que o INSS reconheça o nexo técnico, ou seja, que uma eventual doença ocasionada pelo trauma – como uma síndrome do pânico, comum em casos como esse – tenha sido originada no desempenho das funções laborais.
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