21/01/2015
Plano de saúde do Santander sobe sem negociação
São Paulo – Os funcionários do Santander estão indignados com reajustes no plano de saúde aplicados desde dezembro.
O Bradesco Saúde – plano de cerca de 90% dos trabalhadores do Santander de São Paulo, Osasco e região – aumentou as mensalidades em 20% para funcionários da ativa e aposentados e reajustou a coparticipação, cobrada em determinados atendimentos, de 15% para 20%. As alterações foram feitas sem nenhuma negociação com o Sindicato.
“Em que pese a gente ter solicitado negociação sobre o tema, inclusive nas mesas de discussão do acordo aditivo, o banco aumentou unilateralmente as mensalidades e a coparticipação, prejudicando os assistidos severamente”, diz a diretora executiva do Sindicato Vera Marchioni.
“Nossa reivindicação é que qualquer mudança seja discutida com o Sindicato, já que os trabalhadores são parte do contrato”, afirma.
Os aposentados são os mais afetados porque pagam o plano integralmente, sem contribuição alguma da instituição financeira.
O Sindicato notificou o Santander extrajudicialmente em 24 de dezembro para pedir nulidade dos aumentos e esclarecimentos sobre negociação de contrato entre o Santander e a Bradesco Saúde.
“Até agora, o Santander não nos deu resposta. Assim, estamos tomando outras medidas cabíveis, inclusive jurídicas, para que esse aumento abusivo seja revisto”, afirma Vera.
O Bradesco Saúde – plano de cerca de 90% dos trabalhadores do Santander de São Paulo, Osasco e região – aumentou as mensalidades em 20% para funcionários da ativa e aposentados e reajustou a coparticipação, cobrada em determinados atendimentos, de 15% para 20%. As alterações foram feitas sem nenhuma negociação com o Sindicato.
“Em que pese a gente ter solicitado negociação sobre o tema, inclusive nas mesas de discussão do acordo aditivo, o banco aumentou unilateralmente as mensalidades e a coparticipação, prejudicando os assistidos severamente”, diz a diretora executiva do Sindicato Vera Marchioni.
“Nossa reivindicação é que qualquer mudança seja discutida com o Sindicato, já que os trabalhadores são parte do contrato”, afirma.
Os aposentados são os mais afetados porque pagam o plano integralmente, sem contribuição alguma da instituição financeira.
O Sindicato notificou o Santander extrajudicialmente em 24 de dezembro para pedir nulidade dos aumentos e esclarecimentos sobre negociação de contrato entre o Santander e a Bradesco Saúde.
“Até agora, o Santander não nos deu resposta. Assim, estamos tomando outras medidas cabíveis, inclusive jurídicas, para que esse aumento abusivo seja revisto”, afirma Vera.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Copom reduz Selic em 0,25 ponto, mas mantém juros elevados e críticas à política monetária
- Sindicato debate campanha nacional e fortalece estratégias de luta com análise de conjuntura e mobilização da diretoria
- Pagamento do Super Caixa de 2025 e regras para 2026 frustram empregados. Apcef/SP e Sindicato cobram negociação dos critérios em mesa
- Itaú lucra bilhões, corta empregos e precariza atendimento: Sindicato vai às ruas e cobra responsabilidade social
- Dia Nacional de Luta no Bradesco: Sindicato vai às ruas contra demissões e abandono da população
- 2º turno da eleição para o CA da Caixa começa nesta quarta-feira (18). Vote Fabiana Uehara - 0001!
- Contraf-CUT e Sindicatos lançam panfleto didático e interativo de como enfrentar atitudes tóxicas e de violência doméstica
- Apoio ao fim da escala 6×1 cresce e chega a 71% dos brasileiros, diz Datafolha
- Mesmo com mercado de trabalho aquecido, bancos eliminam 8,9 mil postos em 2025; mulheres são mais afetadas
- Eleições da Cassi começam nesta sexta-feira (13); associados podem votar por aplicativo, site e terminais do BB
- Pela vida das mulheres: Sindicato mobiliza agências e reforça combate à violência de gênero
- Eleição para o CA da Caixa terá segundo turno. Apoio do Sindicato é para Fabi Uehara
- COE Itaú cobra transparência sobre plano de saúde, questiona fechamento de agências e discute renovação do acordo da CCV
- Resultado do ACT Saúde Caixa: manutenção de valores de mensalidades do plano em 2025 exigiu aporte de R$ 581 mi da Caixa
- Banesprev: vem aí um novo equacionamento de déficit para o Plano II