29/09/2022
Reflexão: O que o ambiente político do país tem a ver com a extinção de vitórias históricas? Tudo!
Como nos ensinam as leis da física, toda ação cria uma reação. Nada ocorre por acaso: perdas de direitos, demissões, sucateamento e extinção da governança de importantes entidades dos banespianos como a Cabesp e o Banesprev – só para listar alguns exemplos próximos de nossas vivências. O inegável é que retrocessos encontram terra fértil em governos que priorizam o lucro dos grandes executivos acima dos direitos do trabalhador.
A história não tão distante nos ensinou algo valioso. Foi graças ao neoliberalismo dos tempos de FHC que nosso saudoso Banespa foi entregue às mãos cobiçosas do Santander, mesmo com a árdua luta que todos travamos.
O Santander Banespa, como passou a ser chamado num breve período depois do leilão, passou de um banco que priorizava o atendimento de excelência a ser sinônimo de cobranças por metas e desumanização do trabalho. A que custo o banco espanhol sistematicamente ataca todas as conquistas que obtivemos no pós-privatização?
Camilo Fernandes, presidente da Afubesp, destaca o enfraquecimento da governança dos funcionários nas entidades, o fim dos comitês gestores e eleições para as diretorias. “Ou seja, o Santander aumentou seu controle para cortar direitos dos trabalhadores”, diz. Desde sempre alinhado politicamente ao que há de mais atroz, o banco segue batendo recordes em lucros.
Neste ano, temos a importante missão de analisarmos com cuidado os candidatos nas eleições, de acordo com o caminho que queremos para o país e para nossas vidas. Lembrar-se de quem esteve ao nosso lado na luta contra a privatização é um norte essencial. “Não podemos esquecer jamais que foi fundamental a tarefa dos deputados e senadores comprometidos com nossa causa para levar o pessoal aposentado e pré-75 a garantir direitos da Resolução 118/97 do Senado”, lembra o coordenador da CNAB Herbert Moniz.
Outra ação indispensável é tomar cuidado com notícias falsas que circulam aos montes nas redes sociais e nos aplicativos de mensagens instantâneas. Pesquise seus candidatos a fundo, mantenha-se informado por fontes confiáveis e lembre-se da importância de eleger senadores e deputados que proponham a justiça social e proteção dos direitos trabalhistas. Só a nossa ação como cidadãos pode evitar que tristes capítulos se repitam.
A história não tão distante nos ensinou algo valioso. Foi graças ao neoliberalismo dos tempos de FHC que nosso saudoso Banespa foi entregue às mãos cobiçosas do Santander, mesmo com a árdua luta que todos travamos.
O Santander Banespa, como passou a ser chamado num breve período depois do leilão, passou de um banco que priorizava o atendimento de excelência a ser sinônimo de cobranças por metas e desumanização do trabalho. A que custo o banco espanhol sistematicamente ataca todas as conquistas que obtivemos no pós-privatização?
Camilo Fernandes, presidente da Afubesp, destaca o enfraquecimento da governança dos funcionários nas entidades, o fim dos comitês gestores e eleições para as diretorias. “Ou seja, o Santander aumentou seu controle para cortar direitos dos trabalhadores”, diz. Desde sempre alinhado politicamente ao que há de mais atroz, o banco segue batendo recordes em lucros.
Neste ano, temos a importante missão de analisarmos com cuidado os candidatos nas eleições, de acordo com o caminho que queremos para o país e para nossas vidas. Lembrar-se de quem esteve ao nosso lado na luta contra a privatização é um norte essencial. “Não podemos esquecer jamais que foi fundamental a tarefa dos deputados e senadores comprometidos com nossa causa para levar o pessoal aposentado e pré-75 a garantir direitos da Resolução 118/97 do Senado”, lembra o coordenador da CNAB Herbert Moniz.
Outra ação indispensável é tomar cuidado com notícias falsas que circulam aos montes nas redes sociais e nos aplicativos de mensagens instantâneas. Pesquise seus candidatos a fundo, mantenha-se informado por fontes confiáveis e lembre-se da importância de eleger senadores e deputados que proponham a justiça social e proteção dos direitos trabalhistas. Só a nossa ação como cidadãos pode evitar que tristes capítulos se repitam.
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