11/07/2022
Fome voltou: Três em cada dez brasileiros sofrem com insegurança alimentar, aponta FAO
Cerca de 61 milhões de brasileiros sofreram de insegurança alimentar em 2021. Os dados são da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). Com a população estimada do Brasil, isso significa que três a cada dez pessoas estiveram nesta situação no país.
Dos 61,3 milhões de pessoas em insegurança alimentar no Brasil, aproximadamente 15,4 milhões enfrentaram insegurança alimentar grave.
A FAO divide a insegurança alimentar em dois níveis: moderada e grave. A primeira se refere a casos em que a pessoa não sabe se obterá alimento e em que a quantidade ou qualidade é diminuída. Nos casos graves, as pessoas não acessam alimentação por um ou mais dias.
Os números do organismo internacional revelam uma piora da questão da fome no Brasil. Entre 2014 e 2016, eram 37,5 milhões de pessoas em insegurança alimentar. Destes, cerca de 3,9 milhões se enquadravam em situações graves.
No mundo todo, cerca de 2,3 bilhões de pessoas estiveram em insegurança alimentar no ano de 2021. Os números da FAO revelam também um maior impacto da fome sobre as mulheres.
Em 2021, mais de um teço das mulheres (31,9%) no mundo estavam em um cenário de insegurança alimentar, contra 27,6% dos homens. A diferença também se intensificou - em 2020, a diferença entre os gêneros era de apenas 3 pontos percentuais, sendo agora de 4.
A FAO estima que, em 2030, aproximadamente 670 milhões passarão fome. Ainda que abaixo dos dados atuais, o número será equivalente a 8% da população global.
Dos 61,3 milhões de pessoas em insegurança alimentar no Brasil, aproximadamente 15,4 milhões enfrentaram insegurança alimentar grave.
A FAO divide a insegurança alimentar em dois níveis: moderada e grave. A primeira se refere a casos em que a pessoa não sabe se obterá alimento e em que a quantidade ou qualidade é diminuída. Nos casos graves, as pessoas não acessam alimentação por um ou mais dias.
Os números do organismo internacional revelam uma piora da questão da fome no Brasil. Entre 2014 e 2016, eram 37,5 milhões de pessoas em insegurança alimentar. Destes, cerca de 3,9 milhões se enquadravam em situações graves.
No mundo todo, cerca de 2,3 bilhões de pessoas estiveram em insegurança alimentar no ano de 2021. Os números da FAO revelam também um maior impacto da fome sobre as mulheres.
Em 2021, mais de um teço das mulheres (31,9%) no mundo estavam em um cenário de insegurança alimentar, contra 27,6% dos homens. A diferença também se intensificou - em 2020, a diferença entre os gêneros era de apenas 3 pontos percentuais, sendo agora de 4.
A FAO estima que, em 2030, aproximadamente 670 milhões passarão fome. Ainda que abaixo dos dados atuais, o número será equivalente a 8% da população global.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Sindicato participa da plenária da Sebsede da CUT Rio Preto e reforça unidade diante dos desafios regionais
- Chuvas em Minas Gerais mobilizam Comitê de Crise do BB, protocolo instituído na Campanha Nacional 2024
- Contraf-CUT, Fabi Uehara e Sindicato cobram antecipação da PLR
- Sindicato lamenta morte de bancária da Caixa em tragédia das chuvas em Juiz de Fora
- Diretoria Executiva da FETEC-SP organiza estratégias para a Campanha Nacional 2026
- CUT defende trabalho decente na Conferência das Cidades
- Eleições na Cassi: vote Chapa 2 e na 55 e fortaleça a Caixa de Assistência dos Funcionários do BB
- Inscrições abertas para nova turma "Mais mulheres na TI"
- 94% das negociações de janeiro garantem ganho real acima da inflação
- Representação dos empregados cobra explicação da Caixa sobre possível compra de carteiras de crédito do BRB
- Chuvas em Minas Gerais: coletivo Sindicato Solidário organiza campanha de doações para atingidos
- Os Erros de Fiscalização do Banco Central no Caso Master
- Autoritarismo da Cabesp marca assembleia. Votação encerrou na segunda-feira (23); confira o resultado!
- Mulheres conquistaram há 94 anos o direito ao voto no Brasil. Luta por direitos é permanente!
- SantanderPrevi abre prazo para alteração do perfil de investimento até 24 de março