04/02/2021
Último dia para votar nas eleições para o Caref; Sindicato apoia Débora Fonseca!

Termina nesta quinta-feira (4) a votação em segundo turno que definirá a eleição de um representante ao Conselho de Administração do Banco do Brasil (Caref). Débora Fonseca, candidata apoiada pelo Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, recebeu quase 11 mil votos e foi a candidata mais votada do primeiro turno, mas não alcançou o índice de 50% mais um dos votos válidos, não sendo o suficiente para encerrar o pleito.
O segundo turno é disputado com Aristides Milton Café, que obteve pouco mais de dois mil votos válidos.
Débora participa do Conselho desde que foi eleita, em 2019, e nos últimos dois anos posicionou-se contra as teses privatistas, além de participar ativamente de inúmeras atividades em defesa do Banco do Brasil como instituição pública, buscando apoio com parlamentares, membros do Poder Executivo, associações e também com entidades de classe de trabalhadores e empresariais.
Sua principal proposta continua sendo a luta por manter o BB 100% público, indo contra a privatização e o enfraquecimento da entidade, assim como a venda de suas subsidiárias, como defendem o ministro da economia Paulo Guedes e o governo de Jair Bolsonaro. Débora também defende o fortalecimento da atuação do banco como agente de crédito para reativar amplos setores da atividade econômica, sobretudo agricultura familiar e o agronegócio, principal pauta exportadora e geradora de divisas para o Brasil.
Segundo o diretor do Sindicato, Luiz Eduardo Campolungo, apesar de ser impedida pela legislação de votar em pautas que envolvam questões funcionais no Conselho de Administração, Débora defende a valorização dos trabalhadores do BB, em consonância com as demandas dos funcionários e das entidades sindicais. "É no conselho que se decidem as estratégias do BB e seus posicionamentos, e por isso é fundamental termos alguém que seja a voz dos funcionários nas decisões, especialmente neste momento de ataque que vivemos. Bancário, vote Débora Fonseca para que ela leve a voz, a visão e os questionamentos das funcionárias e funcionários até a alta administração do banco", ressaltou.
“Agradeço a todas e todos pelos 10.907 votos recebidos no primeiro turno. Conto com vocês no segundo turno para que, juntos, possamos defender o BB público e a valorização dos funcionárias e funcionários. O pessoal do BB vai demonstrar mais uma vez sua capacidade de resistência”, declarou Débora após o resultado da votação.
Sobre a candidata – Débora foi assistente e gerente de serviços na agência Large Corporate e, atualmente, atua como assessora na Super Large Corporate, em São Paulo. É bacharel em Comunicação Social, tecnóloga em Gestão de Recursos Humanos. Tem MBA em Gestão Bancária e Finanças Corporativas, CPA 10 e CPA 20. Pós-graduada em Gestão da Inovação, Tecnologia e Conhecimento. Fez curso para Conselheira de Administração pelo IBGC.
.jpg)
.jpg)
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Em assembleia, bancários do Mercantil aprovam renovação do acordo de PLR
- Negociação da Cassi avança com proposta de aporte de R$ 2,288 bilhões
- Santander lucra R$ 9,7 bilhões, mas fecha quase 6 mil postos de trabalho
- INSS alerta para golpes que usam informação falsa sobre biometria
- Consumo de alimentos cresce após proibição das bets no país, diz Abras
- Mercantil antecipa pagamento da 13ª cesta-alimentação para esta sexta (30)
- COE Itaú cobra avanços em teletrabalho, monitoramento digital e condições de trabalho na renovação do Acordo Coletivo
- Caixa pública é patrimônio do Brasil e instrumento estratégico de desenvolvimento
- Itaú anuncia compra de startup de inteligência artificial por R$ 2,925 bilhões
- Bradesco lucra R$ 20,9 bilhões e fecha 3,2 mil postos de trabalho bancário em um ano
- Sindicato convoca bancários do Mercantil para deliberar ACT da PLR. Confira o edital
- NOTA DE PESAR: Rosângela de Farias Silva Lorenzetti
- A esperança venceu com a energia das ruas para construir o futuro
- Nota de Pesar: Sindicato dos Bancários de Catanduva e região lamenta a morte de Maria Heloísa Pereira Marcos
- "Tesouraço" de Flávio eliminaria até 2,2 milhões de empregos e impactaria PIB negativamente em 1,55%, diz Dieese