22/06/2020
No Brasil, Santander tem seu maior lucro e, mesmo assim, demite! Basta de demissões!
Mesmo em meio à pandemia de coronavírus, em um país que ocupa o segundo lugar mundial em número de casos e mortes por Covid-19, o Santander está demitindo trabalhadores.
Em matéria da Folha de S.Paulo, foi denunciada a intenção do banco de demitir 20% dos seus funcionários. Prontamente, o Santander negou a informação, mas a angústia e o medo continuam presentes entre os bancários brasileiros do banco espanhol. Afinal, demissões estão acontecendo, ainda que o Santander tenha assumido o compromisso de não demitir durante a pandemia.
Na avaliação do presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, Roberto Carlos Vicentim, o que o banco espanhol está fazendo é uma desumanidade, um desrespeito não apenas com os trabalhadores brasileiros, mas com a sociedade.
"Se tem um segmento que, mesmo com a pandemia, está muito bem economicamente, este setor é o dos bancos. O Santander teve seu maior lucro, mas ignora que os resultados são fruto do empenho e dedicação dos funcionários que estão na linha de frente, colocando suas vidas em risco para cumprir metas, correndo o risco de serem contaminados. O Sindicato repudia o comportamento do Santander e cobra do banco o fim das demissões. Não há motivos para cortar empregos, já que o banco não demite na Espanha onde também há crise, nem em outros países da América Latina", ressalta Vicentim.
Como confiar em um banco que não honra os seus compromissos?
Assista e demonstre seu apoio aos bancários nas redes sociais.
Em matéria da Folha de S.Paulo, foi denunciada a intenção do banco de demitir 20% dos seus funcionários. Prontamente, o Santander negou a informação, mas a angústia e o medo continuam presentes entre os bancários brasileiros do banco espanhol. Afinal, demissões estão acontecendo, ainda que o Santander tenha assumido o compromisso de não demitir durante a pandemia.
Na avaliação do presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, Roberto Carlos Vicentim, o que o banco espanhol está fazendo é uma desumanidade, um desrespeito não apenas com os trabalhadores brasileiros, mas com a sociedade.
"Se tem um segmento que, mesmo com a pandemia, está muito bem economicamente, este setor é o dos bancos. O Santander teve seu maior lucro, mas ignora que os resultados são fruto do empenho e dedicação dos funcionários que estão na linha de frente, colocando suas vidas em risco para cumprir metas, correndo o risco de serem contaminados. O Sindicato repudia o comportamento do Santander e cobra do banco o fim das demissões. Não há motivos para cortar empregos, já que o banco não demite na Espanha onde também há crise, nem em outros países da América Latina", ressalta Vicentim.
Como confiar em um banco que não honra os seus compromissos?
Assista e demonstre seu apoio aos bancários nas redes sociais.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- ELEIÇÕES SINDICAIS 2026: COMUNICADO
- Banco Central reduz Selic em apenas 0,25 e mantém juros em nível que contribui à perda de renda da população
- Itaú fecha agências, sobrecarrega unidades abertas e bancários vivem suplício
- Agências bancárias estarão fechadas no feriado do Dia Internacional do Trabalhador
- Alô, associado! Venha curtir o feriado de 1º de Maio no Clube dos Bancários
- Por que a economia cresce, mas o dinheiro não sobra?
- Cabesp anuncia reajuste nos planos Família, PAP e PAFE, que valem a partir de 1º de maio
- Bancários e bancárias: Responder à Consulta Nacional é fundamental para definir rumos da Campanha Nacional 2026
- Santander propõe acordo que retira direitos e Sindicato orienta bancários a não assinar
- 28 de abril marca luta pela saúde no trabalho e memória das vítimas de acidentes e doenças ocupacionais
- Juros cobrados pelos bancos colaboram para o aumento do endividamento das famílias
- Em reunião com banco, COE Itaú cobra cumprimento do acordo coletivo e debate mudanças organizacionais no GERA
- Chapa 2 – Previ para os Associados, apoiada pelo Sindicato, vence eleição e assume mandato 2026/2030 na Previ
- Movimento sindical cobra resposta da Caixa sobre melhorias em mecanismos de proteção a vítimas de violência
- Fim da escala 6x1 será a principal bandeira dos sindicatos neste 1º de Maio