05/12/2017
Economia brasileira 'anda de lado' do segundo para o terceiro trimestre de 2017, avalia IBGE
O Produto Interno Bruto (PIB), soma das riquezas do país, ficou praticamente estável do segundo para o terceiro trimestre, com variação de 0,1%. Na comparação com o terceiro período de 2016, houve crescimento de 1,4%. No ano, até setembro, tem leve alta, de 0,6%. E no acumulado em quatro trimestres registra -0,2%. Os resultados foram divulgados na sexta-feira (1º) pelo IBGE. Segundo o instituto, o PIB somou R$ 1,641 trilhão.
A taxa de investimento correspondeu a 16,1% do PIB, abaixo do ano passado (16,3%). E a taxa de poupança foi de 14,9% para 15,2%, resultados que indicam economia fraca.
Um dado positivo refere-se ao consumo das famílias, que cresceu 1,2% no terceiro trimestre, em relação ao anterior, e à Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), um indicador de investimentos, que teve alta de 1,6%. Entre os setores, a agropecuária caiu 3%, a indústria subiu 0,8% (1,4% na indústria de transformação) e os serviços registraram crescimento de 0,6%, sendo 1,6% no segmento de comércio.
Na comparação com o terceiro trimestre do ano passado (1,4%), a agropecuária colaborou com expansão de 9,1%. "Este resultado pode ser explicado, principalmente, pelo desempenho de alguns produtos da lavoura que possuem safra relevante no terceiro trimestre e pela produtividade, visível na estimativa de variação da quantidade produzida em relação à área plantada", diz o IBGE. A indústria variou 0,4%, subindo 2,4% no setor de transformação, com destaque para produção de alimentos, veículos automotores e equipamentos de informática, além de máquinas e equipamentos, entre outros. O setor de serviços subiu 1%, com destaque para o comércio (3,8%).
Ainda nessa comparação, o consumo das famílias, cresce 2,2%. E a FBCF recua 0,5%.
Na soma dos quatro últimos trimestres (-0,2%), a agropecuária novamente se destaca, com 11,6%. Indústria (-1,4%, sendo -0,6% no setor de transformação e 6,6% na construção) e serviços (-0,8%) caem, assim como o consumo das famílias (-0,5%), do governo (-0,4%) e a FBCF (-4,2%).
Revisão
O IBGE revisou de -3,6% para -3,5% o resultado do PIB de 2016. A queda no consumo das famílias foi de -4,2% para -4,3% e a do consumo do governo, de -0,6% para -0,1%, enquanto a FBCF passou a -10,3% (ante -10,2%).
A taxa de investimento correspondeu a 16,1% do PIB, abaixo do ano passado (16,3%). E a taxa de poupança foi de 14,9% para 15,2%, resultados que indicam economia fraca.
Um dado positivo refere-se ao consumo das famílias, que cresceu 1,2% no terceiro trimestre, em relação ao anterior, e à Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), um indicador de investimentos, que teve alta de 1,6%. Entre os setores, a agropecuária caiu 3%, a indústria subiu 0,8% (1,4% na indústria de transformação) e os serviços registraram crescimento de 0,6%, sendo 1,6% no segmento de comércio.
Na comparação com o terceiro trimestre do ano passado (1,4%), a agropecuária colaborou com expansão de 9,1%. "Este resultado pode ser explicado, principalmente, pelo desempenho de alguns produtos da lavoura que possuem safra relevante no terceiro trimestre e pela produtividade, visível na estimativa de variação da quantidade produzida em relação à área plantada", diz o IBGE. A indústria variou 0,4%, subindo 2,4% no setor de transformação, com destaque para produção de alimentos, veículos automotores e equipamentos de informática, além de máquinas e equipamentos, entre outros. O setor de serviços subiu 1%, com destaque para o comércio (3,8%).
Ainda nessa comparação, o consumo das famílias, cresce 2,2%. E a FBCF recua 0,5%.
Na soma dos quatro últimos trimestres (-0,2%), a agropecuária novamente se destaca, com 11,6%. Indústria (-1,4%, sendo -0,6% no setor de transformação e 6,6% na construção) e serviços (-0,8%) caem, assim como o consumo das famílias (-0,5%), do governo (-0,4%) e a FBCF (-4,2%).
Revisão
O IBGE revisou de -3,6% para -3,5% o resultado do PIB de 2016. A queda no consumo das famílias foi de -4,2% para -4,3% e a do consumo do governo, de -0,6% para -0,1%, enquanto a FBCF passou a -10,3% (ante -10,2%).
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