14/07/2014
Bancários promovidos a gerente denunciam redução dos salários
Denúncias dão conta de que bancários que passaram para a função de gerente constataram redução
Ser promovido, mas ter redução no salário. Essa situação tem sido denunciada por bancários que passaram para a função de gerente e que, ao receberem o holerite, constataram redução de R$ 100, R$ 200 em suas remunerações. A medida do Banco do Brasil é ilegal e está sendo contestada pelo Sindicato.
Entre os casos que chegaram à entidade está o de um assistente promovido à gerência, mas que passou a receber R$ 200 a menos. “Agora sou gerente de relacionamento e percebo que isto não é vida pra ninguém. Preferia ter passado para a função de caixa”, desabafou o empregado, acrescentando que apenas suas responsabilidades e as cobranças por metas aumentaram.
Segundo o diretor executivo do Sindicato Ernesto Izumi, a diferença é provocada devido a essas pessoas terem sido colocadas em faixas do Plano de Funções Comissionadas (PFC) – imposto pelo Banco do Brasil no começo de 2013 – cuja composição foi alterada, o que reduziu, por exemplo, as verbas salariais em relação ao antigo plano. “Além de ter suas responsabilidades aumentadas, o funcionário não pode mais voltar para a antiga função, pois ela foi extinta pelo banco”, relata o dirigente sindical. ”Essa medida de rebaixar salário, no entanto, é ilegal, pois as pessoas não podem ter redução de salário. Estamos cobrando que a empresa reveja os casos e se isto não ocorrer tomaremos outras medidas.”
Jair Rosa – Seeb São Paulo
Ser promovido, mas ter redução no salário. Essa situação tem sido denunciada por bancários que passaram para a função de gerente e que, ao receberem o holerite, constataram redução de R$ 100, R$ 200 em suas remunerações. A medida do Banco do Brasil é ilegal e está sendo contestada pelo Sindicato.
Entre os casos que chegaram à entidade está o de um assistente promovido à gerência, mas que passou a receber R$ 200 a menos. “Agora sou gerente de relacionamento e percebo que isto não é vida pra ninguém. Preferia ter passado para a função de caixa”, desabafou o empregado, acrescentando que apenas suas responsabilidades e as cobranças por metas aumentaram.
Segundo o diretor executivo do Sindicato Ernesto Izumi, a diferença é provocada devido a essas pessoas terem sido colocadas em faixas do Plano de Funções Comissionadas (PFC) – imposto pelo Banco do Brasil no começo de 2013 – cuja composição foi alterada, o que reduziu, por exemplo, as verbas salariais em relação ao antigo plano. “Além de ter suas responsabilidades aumentadas, o funcionário não pode mais voltar para a antiga função, pois ela foi extinta pelo banco”, relata o dirigente sindical. ”Essa medida de rebaixar salário, no entanto, é ilegal, pois as pessoas não podem ter redução de salário. Estamos cobrando que a empresa reveja os casos e se isto não ocorrer tomaremos outras medidas.”
Jair Rosa – Seeb São Paulo
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Em assembleia, bancários do Mercantil aprovam renovação do acordo de PLR
- Negociação da Cassi avança com proposta de aporte de R$ 2,288 bilhões
- Santander lucra R$ 9,7 bilhões, mas fecha quase 6 mil postos de trabalho
- INSS alerta para golpes que usam informação falsa sobre biometria
- Consumo de alimentos cresce após proibição das bets no país, diz Abras
- Mercantil antecipa pagamento da 13ª cesta-alimentação para esta sexta (30)
- COE Itaú cobra avanços em teletrabalho, monitoramento digital e condições de trabalho na renovação do Acordo Coletivo
- Caixa pública é patrimônio do Brasil e instrumento estratégico de desenvolvimento
- Itaú anuncia compra de startup de inteligência artificial por R$ 2,925 bilhões
- Bradesco lucra R$ 20,9 bilhões e fecha 3,2 mil postos de trabalho bancário em um ano
- Sindicato convoca bancários do Mercantil para deliberar ACT da PLR. Confira o edital
- NOTA DE PESAR: Rosângela de Farias Silva Lorenzetti
- A esperança venceu com a energia das ruas para construir o futuro
- Nota de Pesar: Sindicato dos Bancários de Catanduva e região lamenta a morte de Maria Heloísa Pereira Marcos
- "Tesouraço" de Flávio eliminaria até 2,2 milhões de empregos e impactaria PIB negativamente em 1,55%, diz Dieese